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Empresas dos EUA já podem trabalhar com a Huawei se não houver ameaça à segurança nacional

Depois de meses no limbo, a Huawei parece estar mais perto de ter a confiança do Departamento de Comércio. A boa notícia chega, depois do secretário de Comércio Wilbur Ross fazer uma declaração, que o departamento começará a emitir licenças para empresas americanas que desejam fazer negócios com a Huawei “onde não houver ameaça à segurança nacional”.

O que se terá passado na cimeira do G20? Só sabemos que antes da cimeira a Huawei era considerada uma ameaça à segurança nacional dos EUA, e que no encontro entre líderes bastou uma conversa entre JXi JinPing e Donald Trump para que o segundo mudasse a sua postura e abrisse a porta ao regresso da Huawei.

Depois de meses no limbo, a Huawei parece estar mais perto de ter a confiança do Departamento de Comércio. A boa notícia chega, depois do secretário de Comércio Wilbur Ross fazer uma declaração, que o departamento começará a emitir licenças para empresas americanas que desejam fazer negócios com a Huawei "onde não houver ameaça à segurança nacional". O anúncio alinha-se com a promessa de Trump que permitiria que empresas americanas começassem a fazer negócios com a Huawei, após o seu encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, no mês passado.

O acordo foi feito num esforço para ajudar a impulsionar as negociações comerciais entre os EUA e a China. Todos os pedidos para fazer negócios com o gigante da tecnologia terão que passar pelo Departamento de Comércio para aprovação de licenças para fazer negócios com a Huawei. num evento da CNBC na terça-feira, Larry Kudlow, diretor do Conselho económico Nacional da Casa Branca, afirma que os Estados Unidos "abriram as portas - relaxaram um pouco as exigências de licenciamento do Departamento de Comércio" para as empresas americanas venderem produtos e tecnologia à Huawei. A notícia vem depois de meses de pressão para acabar com a proibição de vender para a Huawei de empresas americanas poroparte de gigantes como Intel e Qualcomm. As empresas argumentaram que a proibição pouco faria para impedir a Huawei de avançar e fazer negócios, e causaria mais prejuízos às empresas americanas que perderiam as vendas de concorrentes no Japão e na Coreia do Sul.

Embora o Departamento de Comércio tenha flexibilizado as restrições à Huawei, Ross afirma que o governo continuará a proteger as tecnologias avançadas dos Estados Unidos e que as empresas não devem abrir mão da propriedade intelectual ou dos segredos comerciais para ter acesso a mercados em rápido crescimento.

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