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A dependência do smartphone é um problema?

Com metade do mundo à espera do novo  OnePlus 6T, o CEO da empresa chinesa atreveu-se a dar uma entrevista à um órgão de comunicação social alemão, onde revela detalhes interessantes sobre o futuro da OnePlus, bem como algumas das suas preocupações á volta de um mercado que revolucionou o nosso modo de vida. Carl Pei é uma voz importante na indústria apesar do facto da OnePlus ter apenas quatro anos de vida, porque o jovem fabricante chinês e sua filosofia despreocupada ‘Never Seattle ‘ ter desafiado a ordem e a tendência de smartphones high-end a preços loucos.

Com metade do mundo à espera do novo  OnePlus 6T, o CEO da empresa chinesa atreveu-se a dar uma entrevista à um órgão de comunicação social alemão, onde revela detalhes interessantes sobre o futuro da OnePlus, bem como algumas das suas preocupações á volta de um mercado que revolucionou o nosso modo de vida.

Carl Pei é uma voz importante na indústria apesar do facto da OnePlus ter apenas quatro anos de vida, porque o jovem fabricante chinês e sua filosofia despreocupada 'Never Seattle ' ter desafiado a ordem e a tendência de smartphones high-end a preços loucos.

Sim, o CEO da OnePlus teve que defender-se da pergunta sobre o aumento dos preços dos os seus telefones. Depois de uma primeira geração OnePlus que custou 269 euros, chegamos a um OnePlus 6 que dobra esse valor para 519 euros. Carl Pei diz que os custos subiram e que, apesar de tudo, continua a oferecer um aparelho do mais alto nível pela metade do preço do que a sua concorrência direta.

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Também foi curioso ver como ele descreveu o início da companhia, ao afirmar que eles tinham prioridades claras na política de produto e marketing, e uma campanha publicitária exagerada era precisamente um dos seus objetivos, por isso optaram por uma venda através de convites com quantidades muito limitadas do OnePlus One.

De acordo com Pei, a operação funcionou às mil maravilhas e, embora o preço baixo do dispositivo não oferecesse muita margem de lucro, sim deu-lhes uma importante notoriedade e uma tendência de vendas bem acima das as suas estimativas iniciais.

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"As diferenças hoje estão no software"

Nas palavras do seu CEO, para a OnePlus foi fácil lançar em 2014 um smartphone que se destacasse porque naquela época havia muitos telefones sem que nenhum deles conseguisse convencer. Porém, hoje em dia as diferenças são apenas no software e, no máximo, também no design da parte traseira, porque praticamente todos os smartphones apresentam o mesmo.

É por isso que a OnePlus colocou o máximo cuidado nos materiais, primeira qualidade e um design confortável que também permite otimizar o tamanho e os benefícios ao máximo do terminal.

De acordo com Carl Pei, a sua estratégia é mais Apple do que o Google, porque para eles o importante não é chegar primeiro a qualquer lugar, mas fazê-lo melhor que a concorrência. De facto, considera o Google um recurso, indicando que não é necessário desenvolver uma IA melhor que o Google, que já gasta enormes quantias de dinheiro, mas usá-la melhor colaborando com parceiros externos e fortalecendo a experiência.

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A dependência do smartphone é uma preocupação para o CEO da OnePlus

a falar com os olhos no futuro, o executivo chinês não exclui que a OnePlus desenvolva um produto diferente para outros tipos de mercados, como um relógio inteligente ou outro tipo de wearables ou gadgets. No entanto, o foco da empresa continuam a ser os smartphones, e o trabalho dos seus engenheiros a curto prazo é em segurança, privacidade e câmara, entendido pela OnePlus como elementos diferenciadores na indústria.

Além disso, Carl Pei fala sobre as suas preocupações indicando que não gosta da enorme dependência que a sociedade tem dos smartphones, sugerindo que às vezes esses dispositivos nos fazem estúpidos. De acordo com ele, quando saímos com nossos amigos, olhamos para ecrãs em vez das pessoas à nossa frente, e isso não é a sua visão do mundo.

Curiosamente, o CEO de um dos fabricantes de smartphones mais conhecidos, afirma ter removido aplicações de redes sociaia da área de trabalho do seu smartphone, escondendo-os para não ser tentado a olhar para eles. E caso isso pareça pouco para o utilizador, Carl Pei diz que Monitoraliza constantemente a frequência e o tempo de uso do seu smartphone.

Interessante ver como um dos genios da indústria pensa e sente sobre 'indústria do smartphone', o que acham das palavras dele? Todo marketing?

Via | Süddeutsche Zeitung

 

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