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Análise Xiaomi Redmi 3

Aqui está a mais recente aposta de “gama baixa” da Xiaomi, um telefone de Janeiro de 2016 e com um processador Snapdragon 616 também deste ano. Com algumas arestas a demarcarem que se trata de um aparelho de baixo preço mas que com certeza deixará muita gente contente.

Análise completa do Xiaomi Redmi 3

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Introdução

Aqui está a mais recente aposta de “gama baixa” da Xiaomi, um telefone de Janeiro de 2016 e com um processador Snapdragon 616 também deste ano. Com algumas arestas a demarcarem que se trata de um aparelho de baixo preço mas que com certeza deixará muita gente contente.

Hardware       

Este terminal apresenta uma traseira com a zona central, não removível, em alumínio decorada com losangos. Esta zona central é ladeada em cima em baixo por secções em plástico, com a camara e o flash e a coluna principal respetivamente. Esta traseira em alumínio dá-lhe um especto mais Premium do que seria de esperar pelo seu preço. As arestas arredondadas deixam que se encaixe de forma confortável na mão.

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Do lado direito encontramos o botão On/Off e o controlador de volume, colocados na posição perfeita para serem utilizados com o polegar direito.

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À esquerda apenas existe o tabuleiro para a introdução dos SIM/ Cartão Sd.

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Em baixo vemos o microfone principal e a entrada Micro USB, infelizmente a Xiaomi decidiu não colocar o novo modelo USB-C neste terminal, vincando que se trata de um gama-baixa.

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Na face superior é visível a habitual entrada para earphones, um microfone secundário e o emissor de Infravermelhos que nos permite controlar aparelhos à distância.

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A face frontal tem apenas uma surpresa, o LED de notificações encontra-se abaixo do Home Button capacitivo ao contrário da grande maioria dos smartphones que o têm na parte superior do ecrã. Em termos práticos não me fez diferença nenhuma. Em vez desta mudança preferia que os botões capacitivos fossem retro iluminados, mas também aqui a Xiaomi optou por poupar nos custos.

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Especificações

  • Dimensões: 69.6 x 139.3 x 8.4mm
  • Ecrã: 5” HD
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 616 1.7 GHz
  • RAM: 2 GB
  • ROM: 16 GB (11 GB disponíveis)
  • Câmara: 13 Mpx + 5 Mpx
  • Conectividade: Dual SIM ou SIM + Cartão Sd
  • Redes: 4G 1800, 2100, 2535-2575, 2600 MHz

3G 1900, 2100, 850, 900 MHz

2G 1800, 1900, 900 MHz

Bateria: 4100 mAh

  • SO: MIUI 7 com Android 5.1 Lollipop

Ecrã

Tal como a maioria dos smartphones desta gama de preços o ecrã tem apenas uma resolução HD, mas há uma diferença, ao ter apenas 5” de diagonal (ao contrário da maioria dos telemóveis de marcas Chinesas que têm 5.5”) esta resolução é mais do que suficiente. Todos os cantos são lisos e as cores vibrantes. Mais do que uma pessoa pegou no telemóvel e elogiou a qualidade de imagem. E como não podia faltar, a MIUI deixa-nos ainda acertar a tonalidade das cores e o nível de contraste.

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Software

Tal como todos os smartphone Xiaomi o Redmi 3 vem com uma skin própria, a MIUI, agora na versão 7. Com a particularidade de não ter uma gaveta de aplicações, estas estão espalhadas pelos ecrãs principais à moda da Apple, mas felizmente as parecenças ficam por aqui. Esta skin deixa-nos controlar tudo e personalizar uma grande quantidade de coisas, gosto bastante do controlo que nos é cedido em termos de notificações e permissões. A folha das definições não é a mais simples de usar, mas com alguma calma apercebemos-mos que tudo se encontra organizado com algum sentido.

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Performance

A performance deste smartphone foi o único especto que me desiludiu. Não é que seja má, mas quando a construção tem um especto tão Premium ficasse à espera que tudo no seu interior também o seja e, no entanto, a performance fica ao nível do preço a que ele é vendido na China (~120$). Ele corre todos os jogos que experimentei sem grandes dificuldades, mas demora bastante tempo a abri-los, o multitasking é tudo menos suave e então se metermos muitas notificações ao barulho (como acontece quando se liga o Wi-Fi) é boa ideia esperar que tudo seja processado antes de se abrir uma aplicação mais pesada.

Para terem uma ideia melhor do que acabaram de ler recomendo que passem pelo vídeo review no fim do artigo.

Deixo-vos aqui três testes Antutu corridos uns a seguir aos outros para confirmar a performance do SoC quando sobre pressão durante muito tempo.

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Camera

A qualidade das fotografias não vai surpreender ninguém, o UI é bastante simples e fácil de usar. A camera frontal é mais do que capaz de tirar umas selfies para redes as sociais e podem confiar que a principal vai ser capaz de guardar os vossos momentos importantes com uma qualidade aceitável. No vídeo review podem ver ainda mais uns samples.











 

Bateria

É neste ponto em que o Redmi 3 é mais brilhante, a bateria de 4100 mAh aliada ao ecrã de 5” HD proporciona nos um tempo útil de bateria muito bom. Faz hoje 17 dias que comecei a utilizar o Xiaomi como o meu único smartphone e não houve uma única vez que não tenha conseguido atingir a marca de 2 dias e 1 noite de bateria. Foi possível inclusive atingir os 3 dias de bateria (desligando-o à noite) com uma utilização mais contida (~2.5h de ecrã ligado), mas sem nunca activar o Modo Maratona. Aposto que com uma utilização contida e com recurso a este modo de poupança de bateria se atinge os 4 dias de utilização.

A minha utilização durante um dia consiste em 30min de chamadas, 100 SMS, ecrã com o brilho a 50% automático, algum tempo de jogo, mas a maioria é passada no Chrome, Tapatalk e 9gag. E agora valores, as únicas vezes em que o deixei a carregar com menos de 10% de bateria o tempo de ecrã ultrapassou as 9h! A média liguei-o à corrente à volta dos 20%, com mais de 7h de ecrã.

Conectividade

Apesar de não ter a banda LTE dos 800 MHz utilizada na Europa, nunca senti problemas em apanhar 4G em Lisboa e apesar de não ser sempre assim no Alentejo, nunca me faltou o 3G. Todas as chamadas decorreram de forma perfeita e o GPS é espetacular, faz o lock rapidamente e serviu na perfeição como guia na estrada.

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Conclusão

Resumindo e concluindo, o Xiaomi Redmi 3 é mais uma aposta sólida da marca Chinesa desta vez com enfase na longevidade da bateria e qualidade de construção, sem perder a identidade marcada por uma boa relação preço/qualidade.

Este modelo, tal como os últimos dois lançados pela Xiaomi, vem com o bootloader bloqueado o que quer dizer que na maioria dos casos o smartphone chegar-nos-á às mãos sem as Google Apps (o que incluí a Google Store) obrigando a alguma ginástica para o tornar utilizável, e embora os passos para resolver este problema sejam simples para alguém com noções básicas de Android ou para alguém que esteja à vontade com o Google, pode ser algo a ter em conta se não for o caso.

Se chegarem a este smartphone vindos de um com menos do que 2gb de RAM é bem provável que nem notem problemas de performance, e se assim for, estão perante uma óptima compra. Completo e fiável.

Para melhor avaliarem a performance, verem mais camera samples ou ouvirem a qualidade da coluna externa assistam ao vídeo review.

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