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Xiaomi e Lenovo saem do top 5 de fabricantes de telemóveis

Novidades no topo dos fabricantes de smartphones com saída da Lenovo e da Xiaomi do top 5

Por esta altura "chovem" relatórios com os resultados do primeiro trimestre do ano. Depois de serem conhecidos os volumes de downloads da Playstore, desta vez ficamos a conhecer os volumes de vendas de smartphones nesse período.

A grande novidade este ano é que a Lenovo e a Xiaomi cairam do quarto e quinto lugar do ranking de fabricantes de smartphones, respectivamente. Os seus postos foram ocupados pelas chinesas OPPO e Vivo que assim conseguiram superar duas das empresas que mais cresceram no ano passado.

Nos três primeiros meses de 2016 o mercado global de smartphones registou um total de 334.9 milhões de aparelhos fabricados, pouco mais que os 334.9 milhões do mesmo período do ano passado, demonstrando assim claros sinais de saturação.

lenovo vivo

A liderança da lista de maiores fabricantes continua entregue à Samsung com 81.9 milhões de dispositivos fabricados e 24,5% de cota de mercado (face aos 24,6% de 2015), seguida pela Apple que fabricou 51.2 milhões telefones e viu a sua cota de mercado decrescer de 18,3% para 15,3%.

A terceira posição pertence à Huawei que continua a demonstrar crescimento constante no mundo mobile. A gigante chinesa produziu 27.5 milhões de samatphones que se traduz numa cota de 8,2% e num crescimento ano-sobre-ano de 58,4%.

A OPPO conquistou o quartou lugar, fruto dos 18.5 milhões de aparelhos fabricados, apresentando um fenomenal crescimento ano-sobre-ano de 153,2% e uma cota de 5,5%. O top 5 fica fechado com a chegada da Vivo a esta posição. A também empresa chinesa teve volumes de produção na ordem dos 14.3 milhões e um crescimento ano-sobre-ano de 123,8%.

Esta chegada aos cinco primeiros por parte da OPPO e Lenovo deve-se em grande parte à saturação do mercado chinês - largamente explorado pelas rivais Xiaomi e Lenovo - e à aposta que as duas empresas fizeram em mercados emergentes como o Índiano, por exemplo.

Este relatório mostra ainda que as empresas que mais cresceram foram aquelas que apostaram no fabrico de aparelhos de média-alta na ordem dos 250$, acompanhando assim a evolução do gosto dos consumidores que têm tendência a comprar aparelhos cada vez mais caros. Este facto verifica-se em larga escala na China, onde o consumidor começa por comprar um aparelho de baixo custo (um Lenovo ou Xiaomi) e quando compra o seu segundo smartphone já pretende um produto de uma gama mais elevada. Como não tem possibilidade de comprar aparelhos premium das grandes marcas, a escolha acaba por recair sobre produtos de gama média-alta, segmento em que a OPPO e a Vivo apostam forte.

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