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Reveladas especificações do Xiaomi Mi CC9, o primeiro fruto da união da Xiaomi e Meitu

Xiaomi Mi CC9, é uma das próximas apostas mid range da empresa O Xiaomi Mi CC9 será o primeiro terminal que a empresa fabricaria em conjunto com a Meitu, e isso inclui um processador Qualcomm Snapdragon 730 acompanhado por 6 ou 8 GB de RAM dependendo do modelo, bem como 128 ou 256 GB de armazenamento interno. Números bastante apelativos para um média gama.

A Xiaomi não pára por um segundo, a empresa acaba de apresentar o Xiaomi Mi 9T e já tem em mente os futuros produtos que serão lançados no mercado, como o Xiaomi Mi MIX 4, o novo Mi A3 ou o Mi Note 4.

Agora, parece que há outro terminal que teremos que adicionar a essa já extensa lista, o Xiaomi Mi CC9 um dispositivo que caberia na faixa intermédia e que, de acordo com os primeiros rumores e fugas de informação que já foram revelados teria vários aspectos diferenciais.

Xiaomi Mi 9 iridescente

 

Xiaomi Mi CC9, é uma das próximas apostas mid range da empresa

O Xiaomi Mi CC9 será o primeiro terminal que a empresa fabricaria em conjunto com a Meitu, e isso inclui um processador Qualcomm Snapdragon 730 acompanhado por 6 ou 8 GB de RAM dependendo do modelo, bem como 128 ou 256 GB de armazenamento interno. Números bastante apelativos para um média gama. Redmi Note 7 de Xiaomi Por outro lado, como lemos na GizmoChina, teria uma bateria de 4.000 mAh com uma carga rápida de 27W e uma câmara traseira dupla com um sensor de 48 megapixels, e uma câmara frontal de até 32 megapixels.

Com estes atributos a componente fotográfica seria de vital importância para este dispositivo, que aproveitaria a tecnologia da Meitu a esse respeito para melhores resultados.

O preço do terminal seria cerca de 320 euros para a versão base de 6 GB de RAM e 128 GB de memória interna. Por isso, seria um dispositivo muito semelhante ao Xiaomi Mi 9T, que não sabemos até que ponto seria benéfico para a empresa, é mais provável que seja um terminal que não saia da China. Embora, para que tudo isso acontecesse, primeiro a Xiaomi teria que confirmar a sua existência.

 

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