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Jogos com compras internas deixaram de ser chamados de gratuitos na Play Store

 

A justiça europeia e o Google finalmente estão a tentar resolveu um problema que cada vez mais ganha espaço na comunicação social internacional: o de aplicações gratuitas com compras internas. A empresa norte-americana chegou a um acordo com a justiça Europeia na passada sexta feira para finalmente rotular esse tipo de aplicações de uma forma diferente, já que para muitos, elas não são nada gratuitas.

Há algum tempo que pais e justiça se preocupacem com a extorsão dos jogos como Candy Crush, que se passam por gratuitos mas que, na verdade, "sugam" o dinheiro de cada vez mais pessoas. As "vítimas" são, principalmente, crianças e pessoas viciadas nos jogos do tipo, que acabam por gastar quantias cada vez maiores de dinheiro para obter itens e vidas extras que supostamente os ajudam a progredir.

Agora, a Google finalmente se comprometeu a implantar algumas mudanças para coibir esse tipo de actividade já em Setembro. A primeira delas, conforme informa o Engadget, é deixar de classificar essas aplicações como "gratuitas" já que eles oferecem compras opcionais dentro delas. Além disso, a empresa disse que criará cartilhas para prevenir que os jogos façam publicidades abusivas que incentivem a compra de itens dentro delas.

Muito embora a sugestão da justiça europeia tenha sido recebida de bom agrado pela Google e esteja a ser vista com bons olhos pelo público em geral, a Apple permanece austera sobre o caso e aparentemente não está disposta a mudar a forma como classifica as aplicações na App Store. Segundo a Maçã, já há medidas de protecção a compras indevidas por meio de senhas para compras, além da opção "Ask to Buy", que envia pedidos de compra dos smartphones das crianças para o dos seus pais, que podem aprová-las ou não.

Mesmo com a declaração seca, a empresa disse que "continuará a trabalhar com os estados pertencentes à Comissão Europeia para cuidar das suas preocupações em relação ao assunto". A justiça, por sua vez, reconheceu que nada pode fazer para mudar esse quadro e que apenas orienta as empresas a olharem para o problema com mais cautela.

 

 

 

Fonte: CanalTech

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