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Huawei acelera testes de substituição do Android após sete anos de desenvolvimento

As tréguas de 90 dias que o Presidente Trump concedeu vai expirar e nessa altura há uma longa lista de parceiros-chave da Huawei e fornecedores de componentes principais que serão eventualmente obrigados a cortar todos os laços comerciais com a gigante chinesa de tecnologia. A acontecer, é provável que inclua o Google e a Microsoft, que não poderão permitir que a Huawei use os seus sistemas operativos, serviços e populares aplicações nos smartphones, tablets, smartwatches e laptops da empresa.

O maior fabricante mundial de equipamentos de telecomunicações e a fabricante número dois de smartphones está sob fogo cerrado como resultado da crescente pressão política dos EUA, mas oficialmente e oficiosamente, a Huawei tem mostrado que tem planos de contingência para lidar com um possível "pior cenário". Isto se até lá não for alcançado nenhum acordo comercial entre a China e os EUA.

As tréguas de 90 dias que o Presidente Trump concedeu vai expirar e nessa altura há uma longa lista de parceiros-chave da Huawei e fornecedores de componentes principais que serão eventualmente obrigados a cortar todos os laços comerciais com a gigante chinesa de tecnologia. A acontecer, é provável que inclua o Google e a Microsoft, que não poderão permitir que a Huawei use os seus sistemas operativos, serviços e populares aplicações nos smartphones, tablets, smartwatches e laptops da empresa.

Huawei tem um Ás de trunfo na manga

O Huawei OS também conhecido como Ark OS etambém HongMeng, será a parte mais importante do plano de backup da empresa para este tipo de situação. A ordem executiva de Trump no mês passado, considera a Huawei uma "ameaça crítica à segurança nacional" apanhou o mundo de surpresa.

O sistema operativo HongMeng já está em desenvolvimento há sete anos, a adivinhar que os EUA iriam eventualmente jogar esta cartada para ganhar vantagem numa negociação comercial.

O sistema operativo da Huawei ainda não está pronto para o horário nobre

Infelizmente para a Huawei, o dia do acerto de contas chegou mais cedo e, de repente, apesar de tantos anos de preparação e "milhares" de testes internos, o programa HongMeng ainda não está terminado. O maior problema é a compatibilidade com Android em todo o sistema, o que idealmente permitiria que fosse feito o download e a execução de todas as aplicações criadas especificamente para a plataforma de software líder de mercado do Google.

Huawei acelera testes de substituição do Android após sete anos de desenvolvimento Naturalmente, isso é algo que precisa de tempo e trabalho para desenvolver, e, infelizmente, os engenheiros da Huawei não têm muito mais tempo. Desde 2012, o objetivo deste projeto ambicioso que foi mantido em segredo até recentemente era emular os melhores recursos do Android e iOS e, de alguma forma, torna-los melhores.

Embora o "Ark OS" seja descrito por fontes internas, como um "microkernel leve que pode responder rapidamente a solicitações", ainda não está claro o quanto a Huawei está próxima de garantir a total compatibilidade com o Android. Se a empresa conseguir lograr o seu objectivo, não será necessário desenvolver aplicações especifícas e os utilizadores poderão usar tudo o que têm actualmente no Android.

Os testes estão a intensificar-se e o lançamento acontecerá em breve

Se a proibição de Trump não for revertida nos próximos dois meses, a Huawei não tem outra escolha a não ser implementar este sistema operativo e esperar pelo melhor. Até que isso aconteça, todos os testes de produtos de consumo que não foram executados durante  estes anos de desenvolvimento terão que ser executados com urgência.

Huawei acelera testes de substituição do Android após sete anos de desenvolvimento Como tal, a Huawei já tem 1 milhão de smartphones baseados em HongMeng para fins de avaliação de pré-lançamento.

Entendem o que isso significa, certo?

É provável que fugas de informação surjam em breve, portanto, mesmo que o SO só chegue a ver a luz do dia na primavera, devemos começar a saber mais sobre ele em pouco tempo. Por enquanto, tudo o que sabemos é que a segurança será um foco importante, com funções "destinadas a" proteger dados pessoais. " A Huawei também quer que esse Ás de trunfo funcione em todos os dispositivos, desde telefones a tablets, wearables, computadores, televisões e até mesmo os carros do futuro. É claro, É difícil acreditar que os consumidores ocidentais adotem rapidamente um sistema operativo móvel sem as aplicações e serviços do Google, mas pelo menos por enquanto, o mercado chinês sozinho deve conseguir manter o negócio de smartphones da Huawei à tona.

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