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Xiaomi e Huawei lideram mercado global de smart bands no segundo trimestre de 2025!

14/10/2025 por Bruno Xarope

Xiaomi e Huawei lideram mercado global de smart bands no segundo trimestre de 2025!

O mercado global de smart bands voltou a ganhar tração no segundo trimestre de 2025 e os números não deixam dúvidas: Xiaomi e Huawei são as grandes vencedoras desta corrida tecnológica. De acordo com os relatórios da Omida e da Canalys, a Xiaomi lidera com folga, registando o maior número de remessas e um crescimento impressionante de quase 61% face ao mesmo período do ano anterior.

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No total, a marca chinesa colocou 9,5 milhões de unidades no mercado, conquistando assim 18,9% de quota global. Este desempenho coloca a Xiaomi no centro da atenção, sobretudo num momento em que o interesse dos consumidores por wearables mais acessíveis e focados na saúde continua a crescer.

Interesse crescente nas smart bands

Embora os smartwatches sejam tradicionalmente os protagonistas no universo dos wearables, as smart bands estão a registar um ressurgimento interessante. Segundo Jack Leathem, analista da Omida, a explicação está no facto de os consumidores valorizarem cada vez mais soluções práticas e acessíveis para monitorizar saúde, desporto e bem-estar.

O crescimento deve-se também à evolução das funcionalidades destas pulseiras inteligentes. Já não se limitam a contar passos ou mostrar notificações básicas: hoje integram sensores de batimentos cardíacos mais precisos, monitorização avançada do sono, medição de oxigénio no sangue (SpO2) e até relatórios detalhados de atividade física. Por um preço competitivo, oferecem ferramentas que antes estavam reservadas a dispositivos premium.

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Huawei em segundo lugar com forte crescimento

Logo atrás da Xiaomi surge a Huawei, que também conseguiu um crescimento robusto neste segmento. A empresa vendeu 8,8 milhões de unidades no segundo trimestre de 2025, garantindo 17,4% de participação de mercado. O salto é significativo: em 2024, a marca tinha vendido apenas 6 milhões de unidades, com uma quota de 13,5%. Agora, regista um avanço anual de 47%, consolidando-se como um dos maiores players globais neste setor.

Parte deste sucesso deve-se ao lançamento da Huawei Band 10, que chegou com novas cores e funcionalidades mais apelativas, conquistando utilizadores que procuram inovação e consistência num produto acessível. A aposta da Huawei em diversificar o seu portefólio e oferecer dispositivos para diferentes faixas de preço mostra que a marca continua a compreender bem as exigências do mercado.

Apple mantém posição, mas com ligeiro recuo

Apesar da hegemonia da Xiaomi e da Huawei, a Apple continua a marcar presença forte no mercado global de smart bands. No segundo trimestre, a empresa vendeu 7,6 milhões de unidades, garantindo uma fatia de 15,2% do mercado. No entanto, os números mostram uma pequena retração, com uma queda de 1% em comparação com o ano passado.

Ainda assim, a Apple mantém-se entre os três primeiros e reforça a sua relevância, especialmente junto de utilizadores já integrados no ecossistema da marca. A sua estratégia passa menos pelo preço acessível e mais pela fidelização de clientes, oferecendo dispositivos que complementam perfeitamente o Apple Watch e o iPhone.

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Samsung e Noise completam o top 5

Na quarta posição surge a Samsung, que registou um desempenho surpreendente: 4,3 milhões de unidades vendidas e 8,6% de participação global, o que representa um crescimento anual de 52%. A empresa sul-coreana tem vindo a reforçar a presença neste segmento com propostas que equilibram design e funcionalidades, beneficiando ainda do seu ecossistema Galaxy.

A marca indiana Noise fecha o top 5, com 2 milhões de unidades enviadas e 4% de quota de mercado, consolidando-se como uma alternativa de peso em mercados emergentes onde o preço é fator decisivo. Este crescimento mostra também como a procura por wearables acessíveis não é apenas uma tendência nos grandes mercados, mas sim uma realidade global.

Conclusão: smart bands ganham nova vida

Os dados mostram que as smart bands estão longe de serem um produto ultrapassado. Pelo contrário, estão a tornar-se cada vez mais relevantes como ferramentas de monitorização da saúde e do fitness pessoal.

Segundo Jack Leathem, “as smart bands tornaram-se uma interface central para aplicações de saúde, fitness e bem-estar, tendência que deverá continuar a acelerar nos próximos anos”.

Com fabricantes como Xiaomi e Huawei a liderarem a inovação, e gigantes como Apple e Samsung a reforçarem o portefólio, tudo indica que o segmento continuará a crescer. A combinação entre preço acessível, funcionalidades práticas e crescente integração com serviços de saúde digital pode fazer das smart bands um dos pilares do mercado de wearables na próxima década.

 

Fonte: Omida

 

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Sobre o Autor

Bruno Xarope

Formado em Informática / Multimédia trabalho há 10 anos em Logística no Ramo Automóvel. Tenho uma paixão pelas Novas Tecnologias , cresci com computadores e tecnologias sempre presentes, assisti à evolução até hoje e continuo a absorver o máximo de informação sou um Tech Junkie. Viciado em Smartphones e claro no AndroidGeek.pt
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