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UE solicita às redes sociais para parar de espalhar notícias falsas

A Comissão Europeia pediu aos responsáveis pelas principais redes sociais e outros serviços de Internet para ajudar a conter a proliferação de notícias falsas na web, enquanto planeia formular um código de prática sobre desinformação para a União Europeia.

O código de prática está programado para ser concluído até julho como parte de um esforço mais amplo para aumentar a regulamentação sobre a colocação de anúncios online, instituindo políticas que forçariam as plataformas online a cortar as fontes de receita das entidades que divulgam notícias falsas e limitam a forma que os anúncios políticos alcançam o seu público alvo. Além do código, a Comissão também defende o estabelecimento de uma rede independente de indivíduos para verificação de factos e um portal online sobre notícias falsas para ajudar a conter a disseminação da desinformação.

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Anunciantes e empresas de Internet são instados a tomar medidas sobre o código de prática antes de outubro, ou enfrentar as regulamentações mais rígidas da UE caso não cumpram o regulamento. A repressão em curso da UE à desinformação na região acontece à medida que se prepara para as eleições europeias no próximo ano. A Comissão teme que a disseminação continuada de notícias falsas possa ter um impacto sério no resultado das próximas eleições, após as revelações de que os atores estatais tentaram interferir nos resultados das eleições de 2016 nos Estados Unidos, explorando as redes sociais, como o Facebook. A Comissão citou como exemplo a divulgação recente de como a consultoria britânica e empresa de mineração de dados, Cambridge Analytica, recolheu informações privadas de até 87 milhões de utilizadores do Facebook para influenciar o resultado das eleições de 2016, descrevendo o incidente como tendo contaminado a reputação das plataformas online, quando o assunto é proteger a privacidade dos seus utilizadores, e de entidades de terceiros.

Desde então, o Facebook intensificou os esforços para reprimir organizações que usaram mal os dados privados da sua enorme base de utilizadores, tendo fechado recentemente a conta de outra empresa de análise de dados, CubeYou, a terceira empresa cuja conta do Facebook foi suspensa por violar a privacidade dos seus utilizadores.

No final do mês passado, a Diretora de Privacidade do Facebook, Erin Egan, e a Conselheira Geral Adjunta, Ashlie Beringer, também anunciaram que a plataforma tornaria as suas ferramentas de privacidade mais facilmente descobertas pelos utilizadores.

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Fonte reuters

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