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Pentágono defende Huawei de novas restrições pois iriam prejudicar empresas dos EUA

O funcionário do Departamento de Comércio retirou as propostas de apertar o cerco á Huawei após as objeções do Departamento de Defesa dos EUA e do Departamento do Tesouro, segundo o WSJ. O Departamento de Comércio enviou esse pedido de restrições mais agressivas ao Escritório de gestão e Orçamento (OMB) que reduziria o volume de tecnologia vendida as empresas na lista de entidades bloqueadas  para 10%, onde se incluiria a Huawei.

O funcionário do Departamento de Comércio retirou as propostas de apertar o cerco á Huawei após as objeções do Departamento de Defesa dos EUA e do Departamento do Tesouro, segundo o WSJ.

O Departamento de Comércio enviou esse pedido de restrições mais agressivas ao Escritório de gestão e Orçamento (OMB) que reduziria o volume de tecnologia vendida as empresas na lista de entidades bloqueadas  para 10%, onde se incluiria a Huawei.

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O OMB enviou esta proposta às agências para análise, e o Departamento de Defesa rejeitou categoricamente o agravamento de restrições à Huawei.

A aprovação desta proposta requer que os departamentos de Estado, Comércio, Defesa e Energia assinassem, o dicumento, assim como o Departamento do Tesouro. Geralmente, as agências que propõem regras "acertam agulhas" informalmente antes de enviar propostas à OMB.

Após a objeção do Pentágono, o Departamento de Comércio retirou a proposta feita ao OMB. As autoridades do Pentágono acreditam que o agravamento de sanções à Huawei prejudicaria as empresas americanas.

A Huawei é um grande cliente para várias empresas de alta tecnologia dos EUA. O fabricante de semicondutores Micron, por exemplo, disse na informação anual de 2019 que a Huawei responde por 12% da sua receita.

O Pentágono teme que, se essas empresas não puderem comercializar os seus produtos à Huawei, as empresas ficariam para trás economicamente e não teriam fundos para investir em pesquisa e desenvolvimento.

Uma porta-voz do Pentágono salienta que a agência "está ciente dos objectivos do Departamento de Comércio", mas não "discute prematuramente a colaboração em curso". O Departamento do Tesouro recusou-se a comentar.

Atualmente, não há informações sobre quando o departamento de comércio dos EUA irá tomar uma decisão acerca desteb assunto, mas provavelmente terão que rever a proposta de forma a que seja aceite por todos os departamentos internos.

Escusado será dizer que as empresas que fornecem tecnologia à Huawei estão contra as restrições actuais e contra o agravamento de quaisquer medidas.

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