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OnePlus One com Android CyanogenMod quer ser o smartphone de topo do ano 2014

Eles são jovens. A empresa que fundaram, também: nasceu nos últimos dias de 2013. Até o momento, não têm nenhum produto lançado. Mas a ambição da chinesa OnePlus não se acomoda aos limites psicológicos que este cenário costumam trazer a empreendedores: ela quer lançar o smartphone perfeito, atendendo a tudo o que utilizador precisa e que, também, desconhece que precisa.

Pete Lau, que foi director de outra empresa chinesa, a Oppo, é a cabeça por trás desta ideia. Em entrevista ao Xatak, Carl Pei, director de operações globais da startup, explicou os três principais pontos na concepção do producto: preço extremamente competitivo (levando em consideração suas especificações), vendas feitas somente via comércio eletrônico e sistema operativo CyanogenMod, o projecto aberto de Android mais difundido do mundo.

Selecionamos alguns trechos da primeira parte entrevista, que será publicado pelo Xatakaem três séries. Veja:

Sobre Nexus 5: “O Nexus 5 representa o mínimo que uma empresa tem de produzir pra entregar um telefone, mas não chega nem à metade do que deve ser um modelo premium, um telefone bom “de verdade”. As duas piores coisas do últimos Nexus são a câmera e a qualidade de fabrico, porque usa plásticos muito baratos. Este é o exemplo perfeito de uma empresa que define primeiro o preço e somente depois o produto. OnePlus One é melhor que o Nexus 5 em todos os aspectos, quer que nos focamos no assunto ao contrário: primeiro criamos o produto para, então, definir o preço, no objectivo de criar a melhor experiência para o utilizador. Este é o segredo. Saberá o preço em abril. Os utilizadores não são tontos, sabem diferenciar um produto bom quando o veem. Depois da MWC, estamos seguros de que o OnePlus One será a revelação do ano, internamente o chamamos de “flagship killer” de 2014.”

Componentes: “Para criar um produto que siga a nossa filosofia de NeverSettle (ou com figurações inéditas), não existe outra via se não utilizar componentes das empresas mais reconhecidas em nível mundial. Trabalhamos com muitos fabricantes, como a Qualcomm, e contamos com componentes da JDI (Sony, Hitachi e Toshiba), Samsung, Corning com seus protectores de ecrã Gorilla Glass.”

Bateria: “Nossa bateria terá entre 3.150 mAh e 3.200 mAh. Preferimos prometer menos e surpreender o utilizador com algo melhor.”

Armazenamento: “Gostamos de ir contra a corrente. Não seria melhor para nossos fãs e utilizadores se buscassem o tipo de armazenamento mais demandado e dobrássemos a sua capacidade pelo mesmo preço (disse, referindo-se à capacidade de 64 GB que os dispositivos terão).”

Material: “Metal e policarbonato têm as suas vantagens e desvantagens. Estamos ansiosos para ensinar ao mundo como pensamos diferente neste quesito.”

Aplicações: “Queremos um sistema rápido, que não tenha apps e coisas desnecessárias. Vamos selecionar as únicas que beneficiem o utilizador no dia a dia. Esta é a nossa filosofia quando falamos de software.”

ecrã: “Quando interagimos com os utilizadores percebemos que eles preferem ecrãs maiores, apesar de não quererem que o tamanho do telefone aumente. Assim, esforçamo-nos para aproveitar cada milímetro do corpo do terminal. Conseguimos um painel de 5,5 polegadas e resolução Full HD. Não encontramos diferenciais benéficos para trazer a resolução QHD, e haveria problemas de consumo e rendimento.”

Fonte: Mobilexpert

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