Mercado de Tablets alimentado a COVID 19 vai crescer em 2021

A pandemia global impactou negativamente a economia em todo o mundo. Milhões de pessoas perderam os seus empregos e os que mantiveram uma situação estável, pensam duas vezes antestreia de gastar o seu dinheiro.

A pandemia global impactou negativamente a economia em todo o mundo. Milhões de pessoas perderam os seus empregos e os que mantiveram uma situação estável, pensam duas vezes antestreia de gastar o seu dinheiro.

Apesar de tudo, certos produtos de consumo estão a ter um ótimo ano. Por exemplo, o mercado de tablets explodiu quando as empresas pediram aos funcionários que trabalhassem a partir de casa. As vendas de tablets também beneficiaram com o ensino à distância. Algumas famílias tiveram que adquirir um tablet para conseguir manter todos os membros da família ligados.

A pandemia aumentou a procura por tablets, PCs e laptops

De acordo com a empresa de análise Canalys (através da Reuters), esta tendência vai fazer crescer o número de PCs e tablets de 1,64 mil milhões no final de 2019 para 1,77 mil milhões no final do próximo ano. Os componentes usados ​​para produzir tablets, como ecrãs e processadores, são neste momento mais difíceis de encontrar devido à elevada procura.
Samsung Galaxy Tab S7 Plus
As previsões para o próximo ano seriam ainda maiores se não fosse pela escassez de componentes. De acordo com Ryan Reith, analista da IDC, a procura por tablets, PCs e laptops pode continuar a aumentar até 2022, à medida que governos em vários países distribuem dinheiro de estímulo a escolas e empresas.
A procura por estes dispositivos é ilustrada pelo analista da Canalys, Ishan Dutt, que aponta que em abril um cliente desesperado disse a um fornecedor que qualquer dispositivo com teclado seria suficiente, desde que a entrega não demorasse mais de uma semana. Dutt aponta que tal desespero diminuiu desde então, mas a procura por mais é mais dispositivos continua a pressionar os fabricantes.

A procura por tablets, PCs e laptops tem vindo a cair desde 2007. As remessas de PCs atingiram um pico de cerca de 300 milhões de unidades em 2008 e caíram para 250 milhões. Mas agora, de forma bastante inesperada, a fasquia dos 300 milhões está de volta, ainda que não pelas melhores razões. Os analistas também esperam que as remessas de tablets cresçam mais rápido do que a previsão de crescimento de 15% para PCs em 2020.

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