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Huawei entra em batalha legal e exige fim á proibição dos EUA

Huawei Contra ataca Através de um comunicado divulgado pela cadeia de televisão chinesa CCTV, o responsável jurídico da Huawei, Song Liuping, diz que “esta lei estabelece diretamente que a Huawei é culpada e impõe um elevado número de constrangimentos (…), com o objetivo evidente de afastar a Huawei”.

A actual Guerra de Comércio dos EUA e da China tem mantido a Huawei em estado de emergência desde que os EUA a colocaram na sua Lista de Entidades em lista negra.

Desde então, o Google foi forçado a retirar a licença da Huawei para o Android (e desde então anulou a decisão por até 90 dias), paralelamente a segunda maior fabricante de smartphones do mundo viu muitos dos seus principais parceiros recuarem por pressão dos EUA.

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Huawei Contra ataca

Através de um comunicado divulgado pela cadeia de televisão chinesa CCTV, o responsável jurídico da Huawei, Song Liuping, diz que "esta lei estabelece diretamente que a Huawei é culpada e impõe um elevado número de constrangimentos (...), com o objetivo evidente de afastar a Huawei".

Como consequência imediata do anúncio de Washington, a Google anunciou que iria romper relações com a Huawei, o que tem impacto no negócio dos smartphones onde a marca chinesa já aproxima-se da liderança.

"Esperamos que os tribunais norte-americanos declarem que a proibição à Huawei é inconstitucional e impeçam a sua entrada em vigor", acrescentou Song Liuping. A proibição de administrações federais nos Estados Unidos de comprarem equipamentos e serviços à Huawei, para redes 5G, está no centro da queixa.

"Esta maneira de usar a legislação (...) é um ato tirânico e é explicitamente proibido pela Constituição dos EUA", disse o diretor jurídico da Huawei.

Proibição encontra-se suspensa por 90 dias

Apesar da suspensão de 90 dias da proibição para amenizar o problema para os clientes, ambos os lados sofrerão após o período expirar. Ainda que, a gigante de tecnologia chinesa esteja a tentar resolver o problema com o Google, já que acredita que a empresa não é responsável pela proibição e é do seu interesse continuar a trabalhar com a Huawei.

O Google, por outro lado, recusou-se a comentar. Abraham Liu acrescentou:

A Huawei está a tornar-se vítima do bullying da administração dos EUA. Este não é apenas um ataque contra a Huawei. É um ataque à ordem liberal baseada em regras

Estamos convictos que esta situação se resolverá da melhor forma em muito breve.

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