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Análise jogo Disintegration. Um FPS e RTS surpreendente!

Disintegration é um mashup do jogo de FPS e RTS num só jogo e ao mesmo tempo. Claramente temos muitos bons jogos FPS e RTS no mercado, mas a junção de ambos, em tempo real, é algo único e que Disintegration faz na perfeição.

Num universo cheio de jogos que são mais do mesmo, Marcus Lehto, ex-director criativo na Bungie Studios e um dos criadores de Halo,  juntamente com 29 desenvolvedores na V1 Interactive, criam Disintegration, que talvez marque os videojogos com um novo género, já que isto é uma mistura de vários... Disintegration é um mashup do jogo de FPS e RTS num só jogo e ao mesmo tempo. Claramente temos muitos bons jogos FPS e RTS no mercado, mas a junção de ambos, em tempo real, é algo único e que Disintegration faz na perfeição.

 

Disintegration é um mashup de FPS e RTS

Apesar de ser feito apenas por 30 pessoas, os gráficos do jogo estão incríveis e com uma variação de cenário acima da média. Temos cenário a céu aberto, ou zonas mais fechadas, desertos bem grandes ou florestas, ou ainda cenários de neve. Com isto quero dizer que não vamos sentir que estamos presos no mesmo nível, mas sim que o jogo teve um certo cuidado a mostrar o universo representado.

A história do jogo

Num futuro, cérebros humanos são implantados em armaduras robóticas, através de um processo chamado "Integração". Isto seria para evitar que o mundo acabasse por fome e doenças globais. Nós somos como que cobaias deste mesmo processo, vestindo a pele de Romer Shoal, ex-piloto de Gravcycle, que foi inserido num estiloso robot através da integração. A ideia inicial era manter as personalidades depois do processo, mas Rayonne, o grande boss do jogo, acaba por usar este processo para remover toda a individualidade e, desta forma, criar exércitos, com a ideia de acabar com o que resta da raça humana.

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No início do jogo, nós acabamos por escapar de uma prisão de Rayonne, juntamente com outros integrados, criando uma equipa para lutar contra os Rayonne. Ao longo da aventura vamos acabar por encontrar outros personagens.

 

GamePlay apelativo

Com algumas horas de gameplay, a história vai ficando gradualmente mais interessante, os laços que vais criando durante o jogo tornam o jogo cada vez mais interessante, se bem que a nível de história sinto que este jogo teve um começo muito calmo... mas esses laços acabam por ir criando uma história bem engraçada e com personagens carismáticos.

Na secção de FPS, é um FPS que jogamos em cima de um Gravcycle, com movimentos laterais e também podemos subir e descer, já que isto é um veículo flutuante. A habituação não é directa, mas o jogo torna-se cada vez mais interessante assim que dominamos os movimentos. Temos também um boost, que serve para fugir de alguma situação de tiroteio do jogo e, na secção de armamento, temos sempre duas armas, podendo comandar até quatro companheiros.

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Usamos D-pad para ativar habilidades especiais dos militares e cada um tem uma habilidade. Assim que sejam usadas, temos de esperar um certo tempo para as podermos usar novamente.

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Guiados pela IA do jogo, as tuas tropas lutam sozinhas, e é aí que entra a secção de RTS, em que podes ordenar as tuas tropas para se movimentarem ou atacarem, conforme a tua táctica resultar melhor e, em tempo real, eles podem morrer em combate, e terás de recolher os seus cérebros para fazerem respawn. Quando vais numa missão, não podes alterar nada a nível de armas ou habilidades. Os teus companheiros têm tamanhos e capacidades diferentes. Temos várias acções para fazer em tempo real: apontar, disparar, enviar as tropas, etc..., Tudo com um ritmo rápido, logo, aconselho a seguir à risca o tutorial, visto que este jogo tem muita coisa para aprender e, acreditem, que não nos podemos fazer valer por já termos jogado jogos do género. Os controlos estão bastante bem feitos: nunca vais sentir que o comando ou o teclado não te responde e, em PC, a experiência até acaba por ser mais fácil do que se usares um comando, porque tens mais opções no teu teclado e rato.

Vídeo Disintegration

Disponível modo online Multiplayer

No modo online multiplayer, um dos pontos fortes do jogo, tem vários tipos de jogo: Zone Control, Collector e Retriever. Aqui, a parte de RTS é metida um pouco de parte e conseguimos realmente um caos de tiros a voar. Obviamente que a secção RTS é usada, mas, a nível de combate, sentimos, pelo menos nos modos apresentados, que o combate em si se baseia muito mais no FPS. Isto e o adicionar de novos modos futuros deixa aqui uma parte bem aberta para uma das melhores experiências multiplayer da actualidade.

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Com um estilo novo, que agrega dois estilos já bastantes vistos, mas de uma forma única, Disintegration traz ar fresco para uma indústria carregada de mais do mesmo, com bons gráficos, boas ideias e com um multiplayer sólido que ainda vai dar muito que falar. Disintegration acaba por ser uma boa surpresa e mal podemos esperar para a V1 Interactive no trazer mais modos multiplayer. Vemo-nos no campo de batalha?

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