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Como a Apple e outras empresas lutam contra fugas de informação e roubo de tecnologia?

Vamos dar o exemplo do Google.

Um dos principais problemas que as grandes marcas devem estar preparadas para enfrentar no Sec XXI é a Internet. O imediatismo no acesso a qualquer informação e a possibilidade de divulgar qualquer dado ou fotografia nas redes sociais em apenas alguns segundos, é algo que as empresas devem enfrentar cada vez que pretendem lançar um novo produto para o mercado.

Como a Apple e outras empresas lutam contra fugas de informação e roubo de tecnologia? 1

Vamos dar o exemplo do Google. Ainda faltam alguns meses para o seu novo Pixel 4 ver a luz ,mas já sabemos praticamente tudo sobre o terminal, como terá reconhecimento facial e controlo de gestos sem precisar tocar no terminal. E como as grandes marcas lutam contra essas fugas de informação? Vamos analisar o caso da Apple.

É assim que grandes marcas como a Apple lutam contra fugas de informação

Como referido pelo site The Information a Apple aprendeu a lição depois daquela grande fuga de informação que veio a arruinar o anúncio do iPhone 5C, a empresa sentiu-se forçada a criar a sua própria divisão anti-espionagem, chamada New Product Security Team (NPS). O NPS foi criado com o objetivo de tentar evitar situações em que funcionarios com acesso a informação privilegiada a divulguem antes do tempo de forma mais ou menos intencional.

Desta forma, o NPS tem como missão monitorizar de perto os trabalhadores. Por exemplo, antes do lançamento do iPhone X, uma determinada empresa tinha acesso aos ecrãs do novo dispositivo. O engraçado é que esta empresa começou a anunciar cursos de reparação deste terminal muito antes de ser lançado.

O que o NPS fez? Inscreveu um funcionário nessas formações para investigar a origem das fugas de informação. É claro que nem a Apple, o Google nem a Samsung, por maiores que sejam, podem lutar contra toda e qualquer fuga de informação mas sim, estão a tomar mais medidas de segurança para tentar evitá-las. Os casos mais graves vêm diretamente da empresa chinesa OPPO, que chegou a anunciar multas de mais de 50.000 euros para funcionários "atrevidos".

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