A Apple prepara-se para dar um salto significativo com o lançamento da série iPhone 17, previsto para o outono de 2025. Pela primeira vez, alguns modelos vão contar com 12 GB de RAM, um upgrade que promete melhorar substancialmente o desempenho dos dispositivos. No entanto, é importante sublinhar que este aumento de memória estará reservado apenas para os modelos iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max — os modelos de entrada, como o iPhone 17 regular e o novo iPhone 17 Air, deverão manter-se nos atuais 8 GB de RAM, pelo menos para já.
Neste artigo vão encontrar:
Samsung à frente no fornecimento de RAM
A Samsung será a principal fornecedora dos módulos de RAM para os próximos iPhones, reforçando a sua posição como uma parceira estratégica da Apple. Relatórios vindos da Coreia do Sul indicam que a Samsung ficará responsável por cerca de 70% do fornecimento de DRAM, o que não é surpreendente, tendo em conta que a marca sul-coreana já fornece os ecrãs OLED para os iPhones atuais.
Os restantes 30% da RAM serão assegurados pela SK hynix e pela Micron. A SK hynix vai colaborar com a LG Innotek, enquanto a Micron trabalhará em parceria com a japonesa Shinko Electric. Esta diversificação de fornecedores não só reforça a cadeia de fornecimento como ajuda a Apple a garantir estabilidade na produção em larga escala.

Por que 12 GB de RAM fazem a diferença?
Num primeiro olhar, 12 GB de RAM podem parecer exagerados para um smartphone. No entanto, o cenário mudou bastante nos últimos anos. Hoje, o iPhone já não é apenas um dispositivo para chamadas, mensagens e redes sociais — é uma ferramenta poderosa para fotografia, vídeo, gaming, produtividade e, cada vez mais, inteligência artificial (IA).
Com o boom da IA generativa e de funcionalidades avançadas no iOS, mais memória RAM significa uma experiência mais fluida, multitarefa sem interrupções e aplicações de IA a correr de forma mais eficiente. É um passo natural para a Apple, que sempre foi cautelosa em aumentar a RAM, optando antes por maximizar a eficiência entre hardware e software. Mas a concorrência — nomeadamente a Samsung, Xiaomi e OnePlus — já tem modelos com 12 e até 16 GB de RAM há algum tempo. Este upgrade coloca a Apple finalmente ao nível da concorrência em termos de especificações.
E os modelos mais baratos?
Enquanto os modelos Pro vão receber o tão aguardado aumento de memória, os modelos base — iPhone 17 e iPhone 17 Air — deverão continuar com 8 GB de RAM. No entanto, de acordo com o conceituado analista Ming-Chi Kuo, a Apple poderá eventualmente reconsiderar e equipar também o modelo Air com 12 GB, dependendo da robustez da cadeia de fornecimento e da procura do mercado.
Na minha opinião, esta seria uma jogada inteligente. Embora a Apple tenha historicamente reservado as melhores especificações para os modelos Pro, o segmento intermediário está a tornar-se cada vez mais competitivo. Se a Apple quiser manter a sua posição neste segmento, não pode ignorar os avanços que os concorrentes oferecem por preços mais baixos.

Um reflexo do futuro dos smartphones
Este aumento de RAM não é apenas um detalhe técnico — é um indicador das mudanças que vêm aí. O futuro do smartphone passa por funcionalidades avançadas de IA, processamento local de dados e experiências multimédia cada vez mais exigentes. A RAM já não serve apenas para abrir aplicações mais rápido, mas também para permitir que o dispositivo processe tarefas complexas em tempo real.
Além disso, mais RAM significa também maior longevidade. Num mercado onde os consumidores estão a manter os seus smartphones durante 3, 4 ou até 5 anos, oferecer mais memória hoje é uma forma de garantir que o dispositivo continua relevante no futuro.
Conclusão: um upgrade necessário
Na minha opinião, este aumento de RAM era não só esperado como necessário. A Apple manteve-se conservadora durante anos no que toca à memória dos iPhones, mas a pressão do mercado e as exigências crescentes das aplicações tornaram este upgrade inevitável. Se és um utilizador Pro, vais sentir a diferença especialmente em fotografia computacional, vídeo, gaming e aplicações de IA.
Claro, resta saber como a Apple irá refletir este upgrade no preço — e aqui já sabemos que a marca não é conhecida por fazer cortes generosos. Ainda assim, é um avanço bem-vindo, que coloca os iPhones Pro mais próximos da concorrência e prepara o terreno para os desafios tecnológicos que aí vêm.
E tu, o que achas deste aumento de RAM? Achas que 12 GB fazem sentido num smartphone ou é apenas marketing? Partilha a tua opinião nos comentários!
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