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Apesar dos custos elevados, o recall do Galaxy Note 7, não é novo para a Samsung

Quando existe um produto de topo que foi adquirido por milhões de pessoas, e o mesmo apresenta algum defeito, só existe uma saída: o recall dos aparelhos vendidos. E foi isso mesmo que a Samsung fez (e bem) para o seu Galaxy Note 7, que subitamente começou a apresentar problemas na bateria.

O Note7 foi incrivelmente bem recebido, conseguiu esgotar o seu stock em diversos países e criar enormes filas de espera para o adquirir. Talvez por causa disso o recall emitido pela sul coreana tenha surpreendido tanto os consumidores.
A empresa dominou as vendas de smartphones no primeiro semestre e começou o segundo com altas expectativas muito devido ao Note. Mas foi atingida pelos sucessivos relatos de aparelhos que explodiam durante o carregamento. Apesar do susto, a rápida resposta da Sul Coreana para com os seus clientes tem sido positiva para a imagem da empresa, esta resposta rápida deve-se à boa experiência que a empresa adquiriu no passado. Em 1994, a Samsung também se viu obrigada a emitir um recall para uma linha de aparelhos de telefones sem fios. Em 2009, foi a vez de repor 210 mil unidades de frigoríficos que também sofriam de explosão espontânea. Há sensivelmente 20 anos, foi identificado que 11,8% dos telefones sem fio estavam defeituosos, apesar da tecnologia em questão já estar bem desenvolvida, o que fez com que 150 mil unidades fossem devolvidas às fábricas. Cerca de dois mil funcionários testemunharam a destruição dos aparelhos, talvez como demonstração das consequências da falha na produção.

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Após as explosões do Galaxy Note7, a empresa está a oferecer aos compradores os modelos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge, e devolver a diferença de valor ou então o total reembolso para quem optar por desistir de usar os telefones da marca.
Apesar de não se ter pronunciado oficialmente, especialistas calculam que o recall irá ter um custo em torno dos 1 mil milhões de dólares.

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