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O veto à Huawei de acordo com um especialista em comércio internacional

E para esclarecer as muitas dúvidas sobre este assunto controverso, Kevin Wolf, um prestigioso advogado americano especialista em direito internacional, decidiu escrever uma análise muito interessante para informar os consumidores, sobre qual é a verdade sobre os Estados Unidos e o seu veto à Huawei. A explicação do veto dos EUA à Huawei visto por um especialista O Android Central também ecoa essa análise onde Wolf explica que a proibição de exportação pelos EUA também afectaria empresas fora dos Estados Unidos que fazem negócios com a Huawei.

Muito já foi dito sobre o veto levantado pelos Estados Unidos sobre a marca Huawei.

O facto de que Donald Trump decidiu atacar a Huawei e não outras marcas chinesas teve como principal consequência a ruptura entre a Huawei e um dos seus principais aliados, o Android. E para esclarecer as muitas dúvidas sobre este assunto controverso, Kevin Wolf, um prestigioso advogado americano especialista em direito internacional, decidiu escrever uma análise muito interessante para informar os consumidores, sobre qual é a verdade sobre os Estados Unidos e o seu veto à Huawei.

Logotipo da Huawei

A explicação do veto dos EUA à Huawei visto por um especialista

O Android Central também ecoa essa análise onde Wolf explica que a proibição de exportação pelos EUA também afectaria empresas fora dos Estados Unidos que fazem negócios com a Huawei. Esta proibição não se aplicava apenas a produtos ou software originários dos EUA, mas também a qualquer outro produto que contenha uma quantidade mínima de tecnologia originada no país cujo presidente é atualmente Donald Trump. Esta é a explicação porque empresas como a ARM, cuja sede é no Reino Unido, também cortaram relações com a Huawei. Mas para Wolf, essas restrições são ainda mais difíceis no caso do software. Afirma que o "software de origem americana que é incorporado ou combinado com outro software de origem estrangeira, não deixa sob qualquer conceito de ser americano".

Em suma, isso significaria que a Huawei seria isolada do Android enquanto durasse esse veto.

Como o Android tem origem americana, apesar de ser de código aberto, nunca poderia ser usado novamente num Huawei. O mesmo acontece com as aplicações. Em suma, é uma explicação bastante precisa das razões pelas quais o Android, ARM ou serviços do Facebook estiveram temporariamente vedados à Huawei. Apesar de tudo, a marca chinesa parece ter um plano B, e esta foi a última vez que os EUA puderam jogar esta cartada. 

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