Satélites em queda ameaçam vidas a cada 2 anos, alerta FAA

A FAA alerta para os riscos de satélites em queda devido ao aumento das lançamentos. O relatório destaca o perigo crescente dos detritos espaciais e sugere soluções para minimizar os riscos. É importante levar esses riscos a sério e implementar medidas para mitigá-los.

O risco de ser atingido por um satélite em queda aumenta, alerta a FAA

Introdução

Um novo relatório da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) revela que, em breve, alguém poderá correr o risco de morrer ou ficar ferido devido à queda de satélites a cada dois anos. Encomendado pela FAA, o relatório afirma que, se a SpaceX continuar a lançar satélites conforme planeado, cerca de 28.000 fragmentos de detritos espaciais entrarão na atmosfera todos os anos até 2035. Entre eles, há uma probabilidade de 0,6 por ano de que esses fragmentos não sejam completamente queimados durante a queda e causem ferimentos ou morte a pessoas no solo. Isso significa que isso aconteceria uma vez a cada dois anos. O relatório também destaca o aumento do risco de detritos em queda devido ao aumento dos lançamentos necessários para implantar e manter grandes constelações de órbita terrestre baixa (LEO).

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Riscos de detritos espaciais em queda

De acordo com o relatório da FAA, os detritos espaciais provenientes de constelações em LEO licenciadas nos Estados Unidos poderiam ferir ou matar alguém a cada dois anos, se continuarem a ser implantados conforme o planeado. Até 2035, espera-se que o número total de fragmentos perigosos que sobrevivem às reentradas na atmosfera atinja 28.000 por ano, e a expectativa de vítimas, ou seja, o número de indivíduos no solo que se prevê serem feridos ou mortos pelos detritos que sobrevivem às reentradas dos satélites dessas constelações, seria de 0,6 por ano. Isso significa que uma pessoa no planeta seria esperada para ser ferida ou morta por detritos em queda a cada dois anos.

Causas dos riscos de detritos espaciais em queda

O relatório da FAA destaca o aumento do risco de detritos em queda devido ao aumento dos lançamentos necessários para implantar e manter grandes constelações em LEO. Os foguetes comerciais dos Estados Unidos que lançam grandes constelações geralmente deixam os seus estágios superiores em órbita. Esses estágios têm mais massa do que os satélites individuais, o que significa que têm maior probabilidade de sobreviver à reentrada e representar um risco para as pessoas. O relatório também alerta que a rápida expansão da constelação Starlink da SpaceX poderia contribuir significativamente para o problema. O relatório afirma que, se o crescimento esperado da grande constelação for alcançado e os detritos dos satélites Starlink sobreviverem à reentrada, a expectativa de vítimas seria de 0,6 por ano até 2035.

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Soluções potenciais para mitigar os riscos de detritos espaciais em queda

O relatório da FAA sugere várias soluções potenciais para mitigar os riscos de detritos espaciais em queda. Uma solução é projetar satélites e veículos de lançamento para minimizar a quantidade de detritos gerados durante a reentrada. Outra solução é garantir que esses satélites e veículos de lançamento reentrem na atmosfera terrestre e queimem completamente. O relatório também sugere que os operadores de satélites devem desenvolver e implementar planos de descarte no final da vida útil que minimizem o risco de detritos sobreviverem à reentrada. Além disso, o relatório recomenda que os operadores de satélites trabalhem com a FAA para desenvolver e implementar padrões para o design e operação de satélites e veículos de lançamento, a fim de minimizar o risco de detritos em queda.

Conclusão

A FAA alerta sobre o risco de detritos em queda se a taxa de lançamentos continuar a aumentar. O relatório revela que as pessoas poderão correr o risco de morrer ou ficar feridas devido à queda de satélites a cada dois anos. O relatório destaca o aumento do risco de detritos em queda devido ao aumento dos lançamentos necessários para implantar grandes constelações em LEO. Além disso, sugere várias soluções potenciais para mitigar esses riscos, como o design adequado de satélites e veículos de lançamento e a implementação de planos de descarte no final da vida útil. É essencial levar esses riscos a sério e implementar medidas para mitigá-los, conclui a FAA.

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Fonte

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