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Opinião : Conseguimos viver sem smartphone?

 

Nos dias de hoje precisamos de um telemóvel para tudo. Não estamos a falar de apenas um simples telemóvel, mas sim de um smartphone que nos permita satisfazer as nossas necessidades diretamente na palma da nossa mão. É a nossa companhia diária, já faz parte de nós e cada vez mais se torna impossível sair de casa sem ele.

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Vamos pôr-nos à prova e imaginar como seria um dia sem ele.

Ora este é um grande desafio, pois cada vez mais somos dependentes desta tecnologia.

Tudo começa por colocar um alarme para o dia seguinte. Com um smartphone estamos habituados, cada um com o seu gosto, a escolher o toque de alarme que queremos ao acordar, eu, por exemplo, gosto daqueles toques mais suaves com semelhanças à natureza. Mas como está fora de questão o uso de telemóvel então teríamos que usar outro tipo de aparelho, como um rádio-alarme de cabeceira, e colocar aqueles alarmes estridentes e irritantes que nos consomem logo pela manhã, ou correr o risco de acordar com o que quer que esteja a passar na rádio naquele momento, venha o diabo e escolha.

De seguida, na hora de tomar o pequeno almoço, mesmo com a televisão a dar as noticias gostamos de nos ligar à nossa rede Wifi e procurar algumas noticias do nosso interesse, ou ainda consultar o nosso mail e as nossas redes sociais mais queridas.Sem o telemóvel, das duas uma, ligamos o nosso computador e consultamos o que desejamos ou simplesmente ficamos sem saber se algum mail de urgência nos chegou à caixa de entrada.

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Exemplo de alguns equipamentos que nos permitem fazer quase tudo na palma da nossa mão.

Se o nosso meio de transporte for um carro, as músicas que mais queremos ouvir, que se encontram armazenadas na nossa biblioteca de músicas, teriam de ser substituídas por constantes loops no rádio do carro, o que acabaria por ser aborrecido para alguns de nós. E mais, se formos aquele tipo de pessoa que usa o GPS no nosso dia a dia, passávamos a ver um labirinto em vez de uma auto-estrada. E pior seria ter de abastecer o depósito de combustível, e na hora de fazer o pagamento com cartão de MB, o código do mesmo ter ficado junto com o smartphone que decidimos deixar em casa por um dia.

Nos dias de hoje, guardamos códigos e passwords de várias contas e até compras e pagamentos já fazemos com o smartphone.

Se no caso de a nossa rotina de estrada for passada em autocarros e metros, não teríamos nada o que fazer para nos entreter naqueles aborrecidos tempos que passamos enlatados nos transportes públicos, a não ser olhar para algumas das caras estampadas de sono.

Na hora do almoço, rodeados de colegas de trabalho ou sozinhos, infelizmente o costume é estarmos todos com um garfo na mão e a outra ocupada com o nosso precioso telemóvel. Esta situação entrou na nossa rotina com uma velocidade brutal e os diálogos foram substituídos por monólogos entre nós e um ecrã. E não só nestas horas, como também em momentos de lazer com amigos e família, por vezes a conversa começa com a palavra selfie.

Torna-se difícil, se nos colocarmos nesta situação. Estamos habituados a deixar uma mensagem a uma pessoa próxima, a fazer várias chamadas ao longo do dia, e em vez de utilizarmos um relógio analógico para consultar as horas, passamos a usar o nosso terminal para o efeito.

Poderíamos nós viver sem um smartphone?

Na minha opinião sim! Poderíamos incluindo um mas. Esta realidade já foi verdadeira, e muitos de nós já a vivemos mas isto só seria possível por alguns dias, porque estamos tão habituados com a presença destes pequenos companheiros, que se tornaria difícil prescindir de algo que tem imensa presença e utilidade no nosso dia a dia.

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O que eu sugeria, seria passarem alguns fins de semana, lés a lés, mais afastados desse mundo, ou, em época de férias, colocarem os vossos gadgets a descansar por um tempo, porque eles também merecem. E as vossas companhias físicas agradecem.

 

 

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