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O Huawei Mate X é o novo smartphone mais caro desde 1996

Nesse dia tornou-se o smartphone mais caro desde 1996 com os seus 1.980 dólares, mesmo na ausência de saber a sua conversão oficial para euros, acrescentando impostos e a fazer as previsões mais optimistas nesse sentido.

O Galaxy Fold foi lançado a 20 de fevereiro. Nesse dia tornou-se o smartphone mais caro desde 1996 com os seus 1.980 dólares, mesmo na ausência de saber a sua conversão oficial para euros, acrescentando impostos e a fazer as previsões mais optimistas nesse sentido. Mas não se ficou por aqui, pois o novo rei chegou: Huawei Mate X, com ecrã dobrável, 5G e câmaras Leica.

A empresa chinesa, talvez ciente de que estava em Barcelona, ​​atreveu-se a revelar o seu preço em euros, que, infelizmente nos deixou a todos sentados: 2.299 euros. Há não muito tempo atrás, os flagships andavam entre os 600 a 799 euros. Apesar da inflação, a escalada até agora tinha sido a pouco e pouco. Muito recentemente tínhamos ficado surpreendidos com o smartphone de mil euros e em pouco mais de um ano estamos a falar de valores de mais do dobro.

12 meses intensos

Estes são os preços ajustados para a inflação dos smartphones mais proeminentes dos últimos doze meses, desde a apresentação do Samsung S9 ao Mate X. Notem que a maioria desses picos são de variantes de luxo com marcas de automóveis como de alguns fabricantes (Oppo e Lamborghini, Huawei e Porsche) ou o Red Hydrogen One. Notem também que os mais baratos são da Xiaomi, que continua com preços acessíveis, tal como acontece com o Mi 9 e os “ridículos” 449 euros com os quais ele chega à Europa.

O Huawei Mate X é o novo smartphone mais caro desde 1996 1

Fica por saber onde o Galaxy Fold fica colocado, pois a localização nessa tabela é provisória, o Mate X quebra a barreira dos 2.000 euros apenas 18 meses depois da Galaxy Note 8 quebrar a barreira dos 1.000 euros.

Claro, isso também levanta outra questão: Podemos realmente colocar no mesmo saco o novo lote de dobráveis ​​e outros smartphones, de formato tradicional? Ou estamos diante de um novo segmento de produtos, como aconteceu com tablets com iOS e Android, que não eram telefones, mas outra coisa?

É claro que aqui não paramos de ficar na frente de um telefone que faz chamadas e se conecta à Internet, apenas com outro factor de forma que o torna muito mais caro nos dias de hoje.

 

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