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IBM "5 in 5" mostra cinco inovações que irão mudar as nossas vidas

A IBM acaba de anunciar a iniciativa anual "IBM 5 in 5" (#ibm5in5), cinco inovações científicas e tecnológicas que se prevê que venham a mudar a forma como as pessoas irão trabalhar, viver e interagir nos próximos cinco anos:
 
Ø Com a Inteligência Artificial (IA), as nossas palavras irão abrir uma janela para a nossa saúde mental


Ø As tecnologias de hyperimaging e de IA vão dar-nos uma visão de super-herói
Ø Os macroscópios irão ajudar-nos a entender a complexidade da Terra com infinito detalhe
Ø Os laboratórios médicos "Lab-on-a-chip" serão como que detetives na área da saúde para despistar doenças à nanoescala 

 
Ø Sensores inteligentes irão detetar poluição ambiental à velocidade da luz
 
Em 1609, Galileu inventou o telescópio e pôde ver o nosso cosmos de uma maneira inteiramente nova. Provou a teoria de que a Terra gira em torno do Sol, o que até então era impossível de observar. A IBM Research continua este trabalho através da busca de novos instrumentos científicos - sejam dispositivos físicos ou ferramentas avançadas de software - projetados para tornar visível o que até ao momento é invisível aos nossos olhos, desde o nível macroscópico até à nanoescala.

"A comunidade científica tem uma tradição maravilhosa de criar instrumentos que nos ajudam a ver o mundo de maneiras inteiramente novas. Por exemplo, o microscópio ajudou-nos a ver objetos muito pequenos a olho nu e o termómetro permitiu-nos conhecer a temperatura da terra e do corpo humano", disse Dario Gil, da IBM Research. "Com os avanços da inteligência artificial e da nanotecnologia, o nosso objetivo é criar uma nova geração de instrumentos científicos que tornarão os complexos sistemas invisíveis de hoje em dia, visíveis nos próximos cinco anos".

A inovação nesta área irá permitir-nos, por exemplo, melhorar significativamente indústrias como a agricultura, aumentar a eficiência energética, detetar a poluição prejudicial antes que seja tarde demais e evitar que a saúde física e mental se deteriore prematuramente. A equipa global de cientistas e investigadores da IBM está constantemente a levar estas invenções dos nossos laboratórios para o mundo real.

A iniciativa “IBM Next 5 in 5” baseia-se em tendências sociais e de mercado, bem como nas tecnologias emergentes dos laboratórios de I&D da IBM em todo o mundo que tornam estas transformações possíveis.
 
Ø Com a Inteligência Artificial (IA), as nossas palavras irão abrir uma janela para a nossa saúde mental

Hoje em dia, um em cada cinco adultos nos Estados Unidos sofre de algum distúrbio mental, seja neurológico (Alzheimer, Parkinson, etc) ou realacionado com outras doenças como a depressão, bipolaridade, esquizofrenia ou psicose.


Mas se o cérebro é uma caixa negra que ainda não compreendemos completamente, então a linguagem é a chave para a conseguirmos desbloquear. Daqui a cinco anos, o que dizemos e escrevemos será usado como indicador da nossa saúde mental e bem-estar físico. Padrões de fala e de escrita analisados ​​pelos novos sistemas cognitivos, como o IBM Watson, irão fornecer sinais fidedignos de um estágio inicial de doença mental e neurológica, o que pode ajudar médicos e pacientes a melhor prever, monitorizar e acompanhar estes distúrbios.

Na IBM, os cientistas estão já a usar áudio e transcrições de entrevistas psiquiátricas, juntamente com técnicas de machine learninge processamento de linguagem natural, para encontrar padrões de fala e ajudar os médicos a prever e monitorizar alguns tipos de psicose, esquizofrenia, mania e depressão. Hoje em dia, bastam 300 palavras para detetar a probabilidade de um paciente vir a sofrer de algum género de psicose. No futuro, técnicas semelhantes irão ajudar pacientes com sinais de Parkinson, Alzheimer, e até mesmo de condições comportamentais como autismo e Transtorno de Défice de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Ø As tecnologias de hyperimaging e de IA vão dar-nos uma visão de super-herói

Mais de 99,9% do espectro eletromagnético não pode ser observado a olho nu. Nos últimos 100 anos, foram construídos instrumentos que conseguem emitir e sentir energia em diferentes comprimentos de onda. Hoje, algumas destas ferramentas permitem capturar imagens médicas do nosso corpo, verificar o estado da nossa dentição, detetar produtos proibidos nas malas no aeroporto ou até aterrar um avião em condições de nevoeiro. No entanto, esses instrumentos são muito especializados e dispendiosos e só conseguem “ver” através de porções específicas do espectro eletromagnético.

Daqui a ci