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Huawei enfrenta 1 milhão de ataques cibernéticos todos os dias

O objetivo desses ataques seria roubar dados sobre o 5G que a fabricante está a desenvolver.

Um milhão. Esse é o número de ataques cibernéticos que a empresa chinesa Huawei enfrenta todos os dias, de acordo com o vice-presidente John Suffolk. O objetivo desses ataques seria roubar dados sobre o 5G que a fabricante está a desenvolver.

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5G da Huawei é o fruto mais apetecido

Um mês antes, em setembro de 2019, a Huawei revelou que estava pronta para vender informações sobre o seu 5G. Altos executivos da Huawei chegaram a dizer que estavam prontos para partilhar sua tecnologia com os Estados Unidos, A Huawei está na lista negra dos EUA desde Maio e a diplomacia não parecer estar a resultar.

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A empresa já possui parcerias relacionadas com 5G e cerca de cinquenta operadoras, em trinta países diferentes.

Ataques informáticos querem roubar segredos 5G

De acordo com John Suffolk, os hackers tentam obter essa tecnologia por outros meios, desta vez ilegais. As tentativas de roubar dados confidenciais ocorrem por meio de ataques por email com vírus. No total, a marca diz contar um milhão de ataques cibernéticos diariamente.

Estados Unidos entre hackers?

O comunicado afirma que os ciberataques vêm do exterior e do interior do território chinês, embora admitam que não conhecem as suas origens precisas. A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, é mencionada sem ser acusada diretamente, em "ataques cibernéticos para penetrar na intranet e nos sistemas de informação internos da Huawei".

Em setembro, a Huawei já havia acusado os Estados Unidos de ataques informáticos.

Pela sua parte, Donald Trump fundamenta as suas acções com receio que a Huawei desenvolva tecnologias para os serviços secretos chineses. Sem qualquer prova até agora.

Huawei não aceitaria pressões do governo chinês

John Suffolk já refutou. “Se o governo chinês nos pedisse algo inapropriado. Como fornecer dados ou programar “backdoors”. Nós recusariamos categoricamente fazê-lo ”. A marca já negou em fevereiro a existência de backdoors nos dispositivos.

Suffolk não atribuiu os ataques a nenhum país ou entidade em particular, onde se incluem os EUA, e não confirmaram se eram provenientes de nações ou concorrentes.

 

Fonte

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