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Google Pixel 11: O chip “Google Epic” promete a maior revolução de segurança em cinco anos

22/02/2026 por Bruno Xarope

Google Pixel 11: O chip “Google Epic” promete a maior revolução de segurança em cinco anos

A segurança sempre foi um dos pilares da linha Pixel, mas a verdade é que o hardware dedicado a esta tarefa não sofre uma atualização profunda desde 2021. No entanto, em fevereiro de 2026, fugas de informação robustas vindas de fontes próximas da cadeia de abastecimento indicam que o Google Pixel 11 será o palco de uma mudança histórica. Segundo o conhecido leaker Mystic Leaks, a Google está a finalizar o desenvolvimento do Titan M3, o sucessor do atual M2, que deverá chegar integrado no novo SoC Tensor G6 para elevar a proteção dos dados dos utilizadores a um nível sem precedentes no ecossistema Android.

Titan M3: O projeto “Google Epic” e o firmware “Longjing”

As referências encontradas em listagens internas de hardware revelam que o Titan M3 é tratado internamente pelo codinome “Google Epic”. Este nome, por si só, sugere uma ambição muito superior à de uma simples atualização incremental. O novo chip de segurança corre sob um firmware batizado de “Longjing” e está a ser desenhado para responder às ameaças de 2026, que incluem ataques cada vez mais sofisticados baseados em inteligência artificial e novas técnicas de intrusão física.

No seu interior, o Titan M3 continuará a ser um subsistema completamente isolado do processador principal e do sistema operativo Android. A sua função é servir como a “raiz de confiança” do dispositivo, gerindo as chaves de criptografia, a verificação do bootloader e a proteção contra tentativas de força bruta no ecrã de bloqueio. A grande novidade para o Pixel 11 poderá ser uma integração mais profunda com o Secure Enclave, aproximando a solução da Google do que a Apple oferece nos seus iPhones, garantindo que mesmo que o kernel do sistema seja comprometido, os dados biométricos e as palavras-passe permanecem fisicamente inacessíveis.

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Tensor G6 e o salto para os 2 nanómetros da TSMC

O Titan M3 não virá sozinho. O motor que alimentará toda a família Pixel 11 em agosto de 2026 será o Tensor G6 (codinome Malibu). Após a transição bem-sucedida para as fundições da TSMC com o Tensor G5 em 2025, a Google prepara-se para ser uma das primeiras fabricantes do mundo a utilizar o processo de fabrico de 2nm da TSMC. Este avanço técnico permitirá não só uma densidade de transistores muito superior, mas também uma eficiência energética que poderá finalmente resolver os problemas históricos de aquecimento da linha Pixel.

Este salto para os 2nm é crucial para suportar as novas funcionalidades de IA generativa que a Google planeia introduzir com o Android 17. Espera-se que o Tensor G6 inclua uma nova Unidade de Processamento Tensorial (TPU) capaz de correr modelos de linguagem mais complexos localmente, sem depender da nuvem. Além disso, a segurança reforçada pelo Titan M3 será fundamental para proteger os dados pessoais que estes modelos de IA processam continuamente para oferecer sugestões e automatizações personalizadas.

Adeus Exynos: Modem MediaTek e conectividade melhorada

Outra mudança estrutural importante no Pixel 11, que complementa o foco na performance e segurança, é a troca definitiva dos modems Samsung Exynos. As fugas de informação confirmam que a Google optou pelo modem MediaTek M90 para o Tensor G6. Este componente, apresentado originalmente na MWC 2025, é amplamente considerado superior em termos de captação de sinal em zonas de fraca cobertura e, crucialmente, no consumo de bateria durante a utilização de dados 5G.

Com esta combinação de Titan M3, Tensor G6 de 2nm e conectividade MediaTek, o Pixel 11 perfila-se como o hardware mais equilibrado e seguro alguma vez lançado pela gigante das pesquisas. A Google parece decidida a celebrar o décimo aniversário da linha Pixel com um dispositivo que não só brilha na fotografia e no software, mas que também oferece uma blindagem de hardware capaz de convencer os utilizadores mais exigentes do setor empresarial e governamental.

Conclusão

O ano de 2026 marca uma maturidade inédita para a Google como fabricante de hardware. Ao atualizar o seu chip de segurança para o Titan M3 “Epic” e ao adotar a litografia de 2nm da TSMC, a empresa está a atacar as suas duas maiores vulnerabilidades históricas: a perceção de segurança inferior face à Apple e a eficiência energética do seu processador. Se os rumores se confirmarem no evento de agosto, o Pixel 11 não será apenas mais um smartphone com uma boa câmara, mas sim um bastião de privacidade e performance que poderá finalmente colocar a Google no topo da hierarquia premium do mundo mobile.

Fonte

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Sobre o Autor

Bruno Xarope

Formado em Informática / Multimédia trabalho há 10 anos em Logística no Ramo Automóvel. Tenho uma paixão pelas Novas Tecnologias , cresci com computadores e tecnologias sempre presentes, assisti à evolução até hoje e continuo a absorver o máximo de informação sou um Tech Junkie. Viciado em Smartphones e claro no AndroidGeek.pt
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