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Coronavirús: Facebook usa Super Poderes para o bem

Neste caso concreto o Facebook está  usar os seus Super Poderes para o bem. Em relação ao Coronavírus, o Facebook está focado em três áreas principais e neste link podem ler mais detalhes sobre o que a rede social está a fazer neste momento:

Como sabemos o historial da empresa de Mark Zuckerberg pode não ser o melhor quando se trata de cuidar dos nossos dados, mas é sem dúvida a plataforma com maior influência no mundo, para o bem e para o mal. Neste caso concreto o Facebook está  usar os seus Super Poderes para o bem.

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Em relação ao Coronavírus, o Facebook está focado em três áreas principais e neste link podem ler mais detalhes sobre o que a rede social está a fazer neste momento:

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1 - O Facebook pretende conectar as pessoas com informações precisas e recursos úteis

 

  • O foco é garantir que todos possam aceder a informações confiáveis e precisas:

    • Se uma pessoa pesquisar por coronavírus no Facebook ou usar uma hashtag relacionada com o vírus no Instagram, verá uma janela pop-up a direcionar para Direção-Geral da Saúde (DGS), que comunica as informações mais recentes.

    • O Facebook está a trabalhar com as autoridades de saúde e organizações como a OMS e a DGS para ajudar a comunicar as informações mais oportunas e precisas sobre o coronavírus.

 

2 - Limitar a desinformação e o conteúdo nocivo

 

  • A rede social está a remover o conteúdo relacionado com alegações e teorias de conspiração que foram desacreditadas pela OMS ou por outros especialistas em saúde e que podem causar danos. Referimo-nos a um tipo de conteúdo que, se alguém confiar nele, é mais provável que fique doente e não receba o tratamento devido. Por exemplo: curas falsas ou métodos de prevenção; informações falsas destinadas a desencorajar o tratamento; informações falsas sobre a prevenção da transmissão do vírus; e informações falsas sobre disponibilidade de assistência médica;

  • Além disso, o Facebook continua a trabalhar com os parceiros de Fact-Checking em todo o mundo - incluindo Portugal - para rever as informações sobre o coronavírus.

  • Quando os parceiros de Fact-Checking classificam o conteúdo como falso, é diminuída a sua distribuição no Feed, para que menos pessoas vejam esse conteúdo e que exista uma probabilidade menor de viralidade. E, ainda, surge uma tela de aviso cinza com um link que mostra a classificação de veracidade dada pelo parceiro de Fact-Checking.

  • Se um Grupo partilha informações falsas, a distribuição também diminui e o Facebook deixa de sugerir que as pessoas se juntem a esse Grupo.

 

  • Em relação às políticas de publicidade:

    • O Facebook proíbe nas listagens de produtos ou e-commerce qualquer relação ao coronavírus.

    • O Facebook baniu os anúncios que se referem ao coronavírus com a intenção de criar pânico ou sugerir que os seus produtos garantem uma cura ou impedem as pessoas de contrair o vírus.

    • Também são temporariamente proibidos anúncios que vendem máscaras médicas.

 

3 - Apoio aos especialistas globais de saúde

 

  • O Facebook apoia os principais investigadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard e da Universidade Nacional de Tsing Hua, Taiwan, partilhando com essas instituições dados anónimos de mobilidade globais e mapas de densidade populacional de alta resolução. O objectivo é ajudar os investigadores a constituir os modelos de previsão da propagação do vírus como parte do programa Facebook Data for Good.

  • A rede social também está a oferecer apoio e créditos publicidade às organizações e continua a trabalhar em estreita colaboração com especialistas globais em saúde para, se necessário, dar qualquer ajuda adicional.

 

Além disso, na passada sexta-feira, Mark Zuckerberg anunciou uma nova campanha de angariação de fundos de 20 milhões de dólares para apoiar os esforços globais relacionados com o Coronavírus.

Esta campanha inclui 10 milhões de dólares para a United Nations Foundation (UNF), a Organização Mundial da Saúde (OMS), e para o recém-criado COVID-19 Solidarity Response Fund; e outros 10 milhões para a CDC Foundation, que também vai lançar a sua própria campanha daqui a umas semanas através do Facebook Fundraiser.

O Facebook acredita que é fundamental que as organizações de saúde tenham o apoio financeiro necessário para conseguir responder rapidamente às questões mais urgentes. Depois de grandes crises como o COVID-19, a rede social espera que a comunidade se esforce sempre para ajudar. Como esta é uma crise de saúde pública, nem sempre é fácil entender como e onde podemos ajudar. O COVID-19 Solidarity Response Fund é a solução para quem quiser doar à OMS. Esta doação será usada para ajudar a analisar e entender como se propaga o vírus; para garantir que os pacientes recebem os cuidados de que precisam e que quem está na linha da frente obtenha os materiais e informações necessárias; e para acelerar os esforços no desenvolvimento de vacinas, testes e novos tratamentos.

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