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Cisco revela a estratégia “Internet para o Futuro”

– Nos próximos 10 anos, vão criar-se múltiplas experiências digitais com tecnologias avançadas como a realidade virtual e aumentada, streaming 16K, Inteligência Artificial (IA), 5G, computação quântica, cibersegurança adaptativa e preditiva, IoT inteligente e outras ainda por inventar. Estas futuras gerações de aplicações e serviços vão implicar uma complexidade muito maior, que a actual infraestrutura de Internet não é capaz de suportar de forma viável.

• A Cisco apresentou a estratégia tecnológica para construir uma nova internet, superando as limitações de desempenho, custo e consumo de energia da infraestrutura atualmente disponível
• A arquitetura de processadores mais avançada da indústria e outras inovações vão contribuir para a construção de redes para a próxima década de inovação digital
Porto Salvo, 17 de dezembro de 2019. – Nos próximos 10 anos, vão criar-se múltiplas experiências digitais com tecnologias avançadas como a realidade virtual e aumentada, streaming 16K, Inteligência Artificial (IA), 5G, computação quântica, cibersegurança adaptativa e preditiva, IoT inteligente e outras ainda por inventar.
Estas futuras gerações de aplicações e serviços vão implicar uma complexidade muito maior, que a actual infraestrutura de Internet não é capaz de suportar de forma viável. A Cisco revelou a estratégia tecnológica para construir uma internet para as próximas décadas, através de avanços tecnológicos já disponíveis, onde se incluem:

  • Cisco Silicon One, uma arquitetura de processadores de rede única no mercado.
  • Cisco 8000 Series, os routers para operadoras e empresas web-scale mais potentes do mundo, baseados nos novos processadores.
  • Novas opções de compra flexíveis que permitem aos clientes consumir a tecnologia da empresa através de modelos desagregados (separando hardware e software para adquirir componentes, caixas brancas ou sistemas integrados).

“A inovação requer um investimento direcionado, profissionais adequados e uma cultura que valorize a imaginação”, destaca Chuck Robbins, Presidente e CEO da Cisco. “Comprometemo-nos a transformar a indústria para construir uma nova internet para a era do 5G. as nossas últimas soluções de Chip, óticas e software representam esta inovação contínua que ajuda os nossos clientes a manter-se na vanguarda e a criar experiências inovadoras para os seus clientes e utilizadores finais nas próximas décadas”.
Pilares da Internet para o Futuro
Nos últimos cinco anos, a Cisco dinamizou uma estratégia tecnológica para construir a internet que as organizações vão necessitar para o sucesso futuro do seu negócio no mundo digital. Criada para superar as limitações da infraestrutura que vão a aparecer com os avanços da transformação digital, esta estratégia combina os novos processadores de rede da Cisco com a próxima geração de soluções óticas. A estratégia da Cisco vai transformar a base da internet para satisfazer as exigências das aplicações digitais futuras e vai também permitir às organizações simplificar e rentabilizar as suas operações de rede.
A estratégia da Cisco baseia-se nos investimentos e no desenvolvimento em três áreas tecnológicas chave: Chip (processadores), óticas e software.
“Levar os limites da inovação ao nível seguinte, muito fora daquilo que experimentamos hoje, é fundamental para o futuro. Acreditamos que o Chip, a ótica e o software são a alavanca tecnológica que vai oferecer este resultado”, refere David Goeckeler, Vice-Presidente Executivo e Diretor Geral de Redes e Segurança da Cisco. “A estratégia tecnológica da Cisco não se baseia numa única linha de produto. Nos últimos anos temos investido em categorias completas de tecnologias independentes, que acreditamos que vão convergir no futuro e que, em última análise, vão permitir resolver os maiores desafios que poderiam atrasar a inovação digital. Esta estratégia implica que a Cisco fomente, mais do que nunca, a inovação e o desenvolvimento”.
Cisco Silicon One: revolucionária arquitetura de processadores, unificada e programável
A nova arquitetura Cisco Silicon One será a base do portefólio routing da Cisco de agora em diante, com um desempenho esperado de até 25 Terabits por segundo (Tbps), aproximadamente. Será, portanto, o primeiro Chipset de rede da indústria criado para se adaptar universalmente aos segmentos de fornecedores de serviços e web-scale. Pensado tanto para plataformas fixas como modulares, pode fazer a gestão dos requisitos mais exigentes, como nunca antes foi possível. “Q100” – o primeiro modelo da Cisco Silicon One – supera o limite de roteamento de 10 Tbps para a largura da banda de rede, sem sacrificar a capacidade de programação, buffering, eficiência energética, escalabilidade ou flexibilidade funcional.
Normalmente são utilizados diversos tipos de processadores com diferentes capacidades numa rede e até num mesmo dispositivo, pelo que desenvolver novas funcionalidades e testes pode ser longo e dispendioso. Uma arquitetura de processadores unificada e programável vai permitir aos operadores de rede reduzir em grande medida os custos operacionais e o tempo de rentabilização dos novos serviços.
Plataforma Cisco 8000 Series baseada na Cisco Sillicon One: desempenho líder
A nova série Cisco 8000 é a primeira plataforma construída com o Cisco Sillicon One Q100. Foi pensada para ajudar os fornecedores de serviços e as empresas web-scale a reduzir os custos de criação e gestão de redes em grande escala para a era 5G, IA e IoT. Entre as principais funcionalidades destaca-se:

  • Otimização para 400 Gbps e superior, a começar a 10,8 Tbps em apenas uma unidade de rack.
  • Alimentação através do novo software de sistema operativo de rede Cisco IOS XR7, otimizado para a Cloud, desenhado para simplificar as operações e reduzir os custos operacionais.
  • Equipado com cibersegurança melhorada com tecnologia trust integrada, para ter visibilidade em tempo real sobre a fiabilidade da infraestrutura crítica.
  • Maior escalabilidade de largura de banda e capacidade de programação para os fornecedores de serviços, que podem assim proporcionar Tbps mesmo nos locais de rede com maiores limitações de energia e espaço.

Implementação e testes de clientes globais
A Cisco está a trabalhar na implementação e nos testes da série Cisco 8000 com um grupo de clientes pioneiros. A STC, fornecedora líder de serviços de telecomunicações no Médio Oriente e Norte de África, é a primeira a implementar a nova tecnologia. A Comcast e a NTTCom, entre outros, estão já a realizar testes.
Óticas para 400G e mais
Construir uma nova internet capaz de dar suporte à inovação digital futura vai depender dos desenvolvimentos contínuos das tecnologias de processadores e ótica. A Cisco conta com a propriedade intelectual mais avançada da indústria em ambos os segmentos.
À medida que os rácios de velocidade das portas aumentam de 100G para 400G, a tecnologia ótica representa uma parte cada vez maior dos custos para construir e operar a infraestrutura da internet. A Cisco está a investir para garantir aos seus clientes que, à medida que os rácios das portas de routers e switches continuem a aumentar, as óticas serão desenhadas segundo os rigorosos padrões de qualidade e fiabilidade da indústria.
Através do programa de qualificação da empresa, a Cisco vai testar as suas óticas para que obedeçam aos padrões da indústria e funcionem em soluções da Cisco e de outros fornecedores. Com este programa, os clientes podem utilizar as óticas da Cisco em aplicações onde foram implementados equipamentos de outros fabricantes, com a confiança de que as óticas vão cumprir os padrões de qualidade e segurança esperados Na Cisco.
fora disso, à medida que surgem avanços no Chip e na fotónica de Chip, as funcionalidades que tradicionalmente se ofereciam em soluções baseadas em chassis independentes estarão brevemente disponíveis em equipamentos integráveis. Esta transição traz importantes potenciais benefícios para os operadores de rede, em termos de simplicidade operacional. Para levar a cabo a transição arquitetónica nas redes dos centros de dados e nas redes dos fornecedores de serviços, a Cisco está a investir em tecnologias de fotónica de Chip que vão reduzir os custos, a energia e o espaço necessários, e ainda simplificar as operações de rede.
Transformar a economia da Internet com modelos comerciais flexíveis
A Cisco também anunciou planos para oferecer modelos de consumo flexíveis, que vão afetar primeiro o portfólio de Óticas da Cisco, e depois a desagregação do software Cisco IOS-XR, que inclui agora o Cisco Silicon One. Este novo modelo é altamente adaptável e oferece aos clientes a opção de componentes, caixas brancas ou sistemas integrados para construir as suas redes. Esta abordagem coincide com a evolução natural dos operadores, que exigem, para o desenvolvimento, elementos tecnológicos independentes ou integrados, e cria uma nova economia de Internet para proporcionar um maior valor de negócio.
Cisco revela a estratégia “Internet para o Futuro” 1
Chuck Robbins durante a apresentação da estratégia em São Francisco (EUA)
Declarações de apoio:

  • Amin Vahdat, Vice-Presidente de Infraestrutura de Sistemas na Google Cloud:“Esperamos trabalhar com a Cisco à medida que esta amplia a oferta de routing de Chip para o segmento topo de gama, colaborando para ajudar a satisfazer a próxima geração de exigências da rede, no que toca à maior velocidade e capacidade”.
  • Najam Ahmad, Vice-Presidente da Engenharia de Redes no Facebook:“O Facebook foi um firme defensor da desagregação da rede e dos ecossistemas abertos, a lançar iniciativas chave para a indústria, como o Open Compute Project e o Telecom Infrastructure Project para transformar a indústria de redes. A nova arquitetura Silicon One da Cisco está alinhada com esta visão e acreditamos que este modelo oferece aos operadores de rede opções diversas e flexíveis através de uma abordagem desagregada”.
  • Ray Mota, CEO e analista principal da ACG Research:“A Cisco está a transformar a base económica da Internet, inovando em hardware, software, óticas e Chip. Assim poderá ajudar os seus clientes a fazer uma melhor gestão dos custos operacionais, para se adaptarem à evolução em escala da próxima fase da Internet. Em 2020, será essencial proporcionar uma verdadeira eficiência operacional.”

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