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Sony continua no mercado de smartphones mas não vai competir com os maiores

Só porque o CEO da Sony, Kaz Hirai, espera que a empresa obtenha o seu maior lucro operacional no ano (equivalente a 5,83 mil milhões de dólares) não significa que a empresa tenha resolvido tudo o que os impediu de rivalizar com a Apple e a Samsung no negócio de smartphones.

Na verdade, o executivo tem uma resposta menos que convincente para aqueles que pensam que a Sony deveria apenas desistir quando se trata de smartphones.

Hirai diz que a Sony não está a aderir aos smartphones porque o produto é o futuro da tecnologia. Ele diz que a Sony precisa de continuar a vender o produto para permanecer no setor de comunicações, desde que eles possam continuar a monitorizar o que está a acontecer na indústria, até à próxima mudança de paradigma. O executivo diz que continuar a vender aparelhos não tem nada a ver com os smartphones de hoje, mas tem tudo a ver com o facto de permanecer como líder nas comunicações.

Kaz Hirai Sony Xperia

A Sony continua a ser um importante fornecedor de sensores de imagem para outras marcas de smartphones. Hirai riu-se ao falar sobre se a Sony continuaria a fornecer "pequenas empresas" em Cupertino, Coreia do Sul e China, quando se falava sobre a Apple, Samsung / LG e Huawei. Embora esse negócio tenha funcionado bem para a Sony, a sua própria marca Xperia tem problemas em obter alguma aceitação nos EUA.

Não que isso faça uma grande diferença, mas os aparelhos da Sony nos EUA possuem um scanner de impressões digitais. Embora a empresa nunca tenha explicado o porque dos seus leitores biométricos terem sido desativados em alguns estados, fala-se que a empresa teve um acordo com uma operadora que falhou. A fim de se libertar da parceria com essa operadora, a Sony prometeu não enviar telefones com scanner de impressão digital para os EUA, por um certo período de tempo. Mas mais uma vez, isso é apenas pura especulação.

A Sony continua a lançar smartphones ano após ano, não querendo competir com os gigantes do sector, mas apenas continua a aguardar pela sua oportunidade, como diz o CEO.