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Review Call of Duty WW2

Call of duty WW2, que brisa de ar fresco (engraçada esta expressão, usada para um jogo que fala da segunda guerra mundial tão marcada pelas câmaras de gás que os nazis usavam, mas vocês entendem o que eu quis dizer).

Depois de vários títulos futuristas, com saltos de jetpack e armas laser e afins, Call of duty ou apenas COD, para os amigos, voltam assim ao seu passado, agora com o Call of Duty WW2.

Call of Duty WW2

Este ano com o BF1 como grande rival, em que a sua campanha é no mínimo espetacular, será que o COD consegue alcançar o nível dos seus antepassados e nos traz mais um jogo surpreendente?
Ou será que se basearam no Multiplayer e no modo zombie, que cada vez mais vem ganhando vida na franquia call of duty?

Vamos começar a falar dos gráficos do jogo, apesar de não considerar tão importante assim, até porque consigo divertir-me com jogos que não têm os melhores gráficos do mundo, desde que o resto do jogo seja divertido.
No entanto, há quem dê grande importância a este aspeto e, tendo em conta que há jogos concorrentes diretos com bons gráficos, tenho de dizer que, na minha opinião o Cod não tem os melhores gráficos do mundo, mas também está muito longe de ter os piores.

O modo single player tem prédios a cair aos pedaços, tem um fumo bastante realista, bastantes inimigos no ecrã sem sentires quebra de quadros, as ruínas são realistas, as expressões faciais fantásticas, conseguem mesmo fazer-te sentir que estás numa guerra… mesmo assim acho que estão um pouco atrás do Battlefield1.
Contudo, todos estes aspetos que frisei acima fazem do Cod, visualmente falando, o melhor jogo feito sobre a 2ª Guerra Mundial.

Sobre a mecânica de jogo, quase nada muda em relação aos restantes títulos da franquia... tirando um ponto que foi acrescentado... aliás, para não dizer asneira, eu penso que foi acrescentado! Pelo menos, nos outros COD que joguei (e foram quase todos!) não tinha... mas há tantos, que posso estar a falhar algum! Se falhei deixem ai nos comentários qual é o jogo que tinha isto…

Ora bem, o que eu acho que está diferente foi o facto de terem adicionado munições, granadas, packs de vida aos teus companheiros de combate, e tu podes lhes pedir quando precisas. Agora, se estiveres perto deles, tudo corre às mil maravilhas! O problema é quando precisas daquele pack de vida maroto e eles estão a mil km de distância e com uma chuva de tiros pelo meio!!!! É que não dá para os chamar... tens mesmo de ir ter com eles. Ou seja, o que parece bom, pode acabar muitas vezes por ser frustrante! Um ponto a melhorar!

Review Call of Duty WW2 1

Depois, há uma situação que me fez lembrar o The Order que são os quick time events, em que tens de carregar numa determinada tecla rapidamente, para o teu personagem fazer determinada ação e se não o fizeres, morres! Não vejo como isto acresce algo ao jogo...

Agora, vamos falar da história propriamente dita.

Tu estás no meio da 2ª guerra mundial, não estavam nada à espera, pois não?
O teu nome é Daniels, não precisas de decorar, porque vais ouvir este nome milhões de vezes! Mas, durante o gameplay, vais mudando de personagem, para te ires enquadrando nas missões. Sinceramente, tirando, provavelmente, a missão Liberation, nenhuma das outras é memorável. Ou melhor, estava à espera que a primeira missão do desembarque na Normandia, que é uma tão conhecida parte histórica da segunda guerra mundial e muito bem retratada em filmes como: “Resgate do soldado ryan”, “O Dia Mais Longo”, Irmãos de Armas” ou “O Dia D”, estava à espera de uma cena mais épica. Penso que merecia melhor.

Já na missão Liberation, tu não jogas com o Daniels, mas sim com a Camille "Rousseau" Denis, uma francesa que faz parte da Resistência e, como ela diz tão bem: “Vive la resistance”! E viva esta missão, sem dúvida, o ponto alto da história. Isto acaba por denunciar que o Daniels não é um protagonista suficientemente forte para aguentar esta história e ser realmente memorável.

Review Call of Duty WW2 2

Resumindo e baralhando…

Estando apenas a falar do modo single player, em relação aos antigos títulos da franquia COD, este não veio trazer nada de realmente novo, e muito menos em relação aos FPS militares que existem neste momento. A missão do jogo não tem momentos que se fixem na memória durante muito tempo e facilmente vais-te esquecer. O jogo começa do mesmo modo que o “Metal of Honor : Allied Assault” e nunca consegue ser muito original. Esperava mesmo mais, ainda por cima quando este jogo tenta competir com o bf1, que tem uma história épica!

Review Call of Duty WW2 3

De qualquer modo, o jogo fez-me passar muito bons momentos e diverti-me realmente com ele, é o melhor jogo alguma vez feito sobre a segunda guerra mundial, mas é pena que não tivessem arriscado mais... esperava-se isso deste novo COD. Vamos ter esperança que o cod se mantenha nesta secção temporal e que o próximo lançamento não seja um jogo de sci-fi.

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