OPPO garante a sua produção de smartphones, apesar da escassez de componentes

‎‎ Embora, apesar todo o mundo estar a enfrentar problemas, parece que ‎‎a Oppo‎‎ não foi afetada negativamente como outras empresas.

‎Nas últimas semanas, as ‎‎notícias de que várias indústrias estão a ser afetadas pela escassez global de chips, têm vindo a surgir.‎‎ Embora, apesar todo o mundo estar a enfrentar problemas, parece que ‎‎a Oppo‎‎ não foi afetada negativamente como outras empresas.‎

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‎De acordo com um relatório da EEO, uma fonte próxima da indústria de chipsets de smartphones, afirmou que não há falta de chips móveis para os fabricantes de smartphones. Ou seja, não existe o risco de os smartphones estarem esgotados devido à escassez de semicondutores. Anteriormente, tínhamos escrito sobre os problemas de fornecimento de chips que afetam a ‎‎Qualcomm e o seu fornecimento a fabricantes como a Realme e Xiaomi.‎‎ No entanto, tudo indica que, apesar dos problemas de fornecimento, estas marcas ainda são capazes de produzirem os seus smartphones, sem grandes problemas.‎

‎No início desta semana, a Oppo afirmou que o seu fornecimento atual de chips e matérias-primas, relacionadas com a sua cadeia de fornecedores está um pouco apertada, mas a OPPO afirma que com o seu stock atual, ainda consegue garantir a produção dos seus smartphones, sem grandes problemas. De acordo com a fonte, o mercado neste momento tem vários componentes de SoCs também em escassez, incluindo o chip principal, o RF, power, Bluetooth, e outros componentes cruciais do processador.‎

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‎Entretanto, a Huawei, que é a maior fabricante de smartphones da China, tem vindo a registar um forte declínio na quota de mercado dentro do seu país de origem. Isto deve-se principalmente às ‎‎sanções norte-americanas que cortaram o fornecimento de chips,‎ ‎fazendo com que as marcas chinesas rivais lutem para roubar a sua quota de mercado na China. Infelizmente, a escassez global de chips deverá durar pelo menos até ao segundo semestre do ano e poderá também estender-se também ao próximo ano. Com isto as suas principais rivais, ainda não conseguiram recuperar a cota de mercado que a Huawei tem vindo a perder no seu mercado.

 

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