À medida que o mundo torna-se mais móvel, a importância dos smartphones no nosso trabalho e no nosso dia-a-dia não para de crescer. Por este motivo, os hackersprestam mais atenção à forma como o malware é distribuído e a todos os vetores de ataque. Os canais utilizados até chegar aos utilizadores e infetar os dispositivos é fundamental para que uma campanha maliciosa tenha sucesso, aproveitando-se, principalmente, dos utilizadores que não dispõem de soluções de segurança.
“Em 2018, os utilizadores de dispositivos móveis enfrentaram o que poderia ter sido o maior ataque jamais visto antes. Ao longo do ano, tivemos oportunidade de observar novas técnicas de infeção de dispositivos móveis, como o sequestro de DNS, juntamente com um maior interesse por esquemas de distribuição melhorados, como o spam de SMS. Esta tendência demonstra a crescente necessidade de instalar soluções de segurança móvel nos smartphones, de forma a proteger os utilizadores de todas as tentativas de infeção no dispositivo, independentemente da sua origem”, afirmou Vi?tor Chebyshev, especialista em segurança da Kaspersky Lab.
A quantidade de ataques com software móvel malicioso duplicou quase para o dobro em apenas um ano. Em 2018, ocorreram 116,5 milhões de ataques (66,4 milhões em 2017), com um aumento significativo no número de utilizadores afetados.
Apesar de existirem mais dispositivos afetados, a quantidade de arquivos de malware diminuiu, o que leva os especialistas da Kaspersky Lab a pensar que a qualidade de malware móvel é agora mais precisa e eficaz.
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