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Huawei: Não voltaremos exclusivamente aos Google Mobile Services. Mesmo que os EUA mudem de ideias

A transição está longe de ser tranquila, já que a Huawei aparentemente ficou sem o ecossistema de aplicações com que contava da noite para o dia, mas parece que a empresa não está preocupada com o passado, mas sim com o futuro. Durante uma recente conferência de imprensa em Viena, Wang Fei, que atua é o chefe do Consumer Business Group da Huawei na Áustria, deixou claro que a Huawei não planeia voltar aos serviços do Google, mesmo que recupere a licença.

A transição está longe de ser tranquila, já que a Huawei aparentemente ficou sem o ecossistema de aplicações com que contava da noite para o dia, mas parece que a empresa não está preocupada com o passado, mas sim com o futuro. Durante uma recente conferência de imprensa em Viena, Wang Fei, que atualmente é o chefe do Consumer Business Group da Huawei na Áustria, deixou claro que a Huawei não planeia voltar aos serviços do Google, mesmo que recupere a licença.

Desde maio de 2019, a Huawei se está a adaptar à vida sem os Google Mobile Services (GMS). A transição está longe de ser tranquila, já que a Huawei aparentemente ficou sem o ecossistema de aplicações com que contava da noite para o dia, mas parece que a empresa não está preocupada com o passado, mas sim com o futuro.

Durante uma recente conferência de imprensa em Viena, Wang Fei, que atualmente é o chefe do Consumer Business Group da Huawei na Áustria, deixou claro que a Huawei não planeia voltar aos serviços do Google, mesmo que recupere a licença. Enquanto discutia a estratégia de longo prazo da Huawei na Áustria, Fei repetiu claramente que a empresa quer se livrar dessa dependência da política americana e descarta um regresso exclusivo ao ecossistema de aplicações e serviços do Google, mesmo que isso fosse possível.

Executivo da Huawei: não há como voltar ao GMS

Atualmente, a Huawei está focada em estabelecer os seus Serviços Móveis Huawei (HMS) como um ecossistema viável de aplicações. A empresa ainda vai contar com a versão de código aberto do Android (AOSP) para a interface de utilizador, apesar de ter o seu próprio HarmonyOS.

De acordo com a informação, a Huawei está pronta para investir cerca de US $ 3 mil milhões em desenvolvimento de aplicações e já está a trabalhar com mais de 4.000 programadores para adaptar aplicações Android essenciais à loja App Gallery da Huawei.

Estabelecer um ecossistema de aplicações maduro não é tarefa fácil, mas a julgar pela boa receptividade do Huawei Mate 30 Pro pelos consumidores, o futuro parece promissor.

Fonte (em alemão) Através de (em alemão)

 

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