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Desmentindos os maiores mitos do Android

Não é preciso ser muito esperto para saber: dar opiniões positivas ou negativas sobre qualquer sistema operativo é sempre um enorme risco, mas o pessoal do site espanhol Celularis arriscou-se a entrar na linha de fogo dos “fanboys”. A equipa isolou cinco mitos do Android e desmentiu um a um.

Vamos mostrar os cinco mitos aqui e deixar o questionamento com vocês: existem mais mitos sobre o Android a serem desmentidos? É um facto que o sistema operativo é tão defendido quanto é odiado, mas o que pode ser verdade e o que não procede nos ataques (e defesas) dos apaixonados pelas marcas? Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários.

1. O Android é lento e instável

Para os autores da lista, essa seria a maior mentira. Eles acreditam que o Android é um sistema veloz, mas que as personalizações de fabricantes (e dos próprios donos dos aparelhos) podem frustrar a experiência do utilizador. “As pesadas camadas de personalização podem dar uma execução desastrosa ao Android”.

Sobre a instabilidade, os autores acreditam que isso é um problema de todos os sistemas e não exclusivo do Android. Uma pesquisa da Forbes também é citada, indicando que o iOS seria mais instável que o Android..

 

2. Sua interface é feia

O segundo mito leva a discussão para gostos pessoais, mas os autores acreditam basicamente em duas coisas: 1º a partir do Android Ice Cream Sandwich, o sistema ficou muito mais bonito; 2º mais uma vez, as personalizações de fabricantes são culpadas. Agora, por um suposto “mal gosto” dos fabricantes.

 

3. A bateria não dura com um Android

Para os autores, a autonomia de bateria de grande parte dos aparelhos com Android é muito semelhante ao desempenho visto na linha da Apple, com os iPhones. Eles ainda ressaltam que alguns aparelhos com Android conseguem destacar-se na duração de bateria, como o LG G2.

 

4. Aparelhos baratos são inúteis

Esse mito era uma verdade irrefutável até pouco tempo, mas a chegada do Moto G mudou o panorama do mercado. Para os especialistas, a Motorola abriu a porta para que outros dispositivos de qualidade sejam lançados por menos de €200, algo que antes era alcançado apenas pelo Windows Phone, com o Lumia 520.

 

5. Não é seguro

Embora a maior parte das aplicações contaminados estejam no Android – e com uma diferença esmagadora em comparação a outros sistemas operativos – os autores do artigo tocam num ponto muito importante: é necessário ter bom senso. Enquanto o utilizador fizer download somente de aplicações pelo Google Play e manter a atenção nas permissões feitas (não permitir que, por exemplo, uma simples aplicação de lanterna tenha acesso a mensagens, localização e ligações), tudo estará controlado.

 

 

 

Fonte: Celularis

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