China é agora o país mais rico do planeta

Segundo a Bloomberg que foi a primeira a divulgar a história, o valor da China disparou de US $ 7 triliões em 2000 para US $ 120 triliões em 2020. Na mesma altura, o valor dos Estados Unidos cresceram para quase US $ 90 triliões, a 30 triliões do primeiro lugar.

Os EUA perderam o título de país mais rico do mundo, agora é a China agora a nação mais rica do mundo. A mudança na classificação global de riqueza foi anunciada numa informação da McKinsey & Co., segundo a Bloomberg que foi a primeira a divulgar a história, que revelou que o valor da China disparou de US $ 7 triliões em 2000 para US $ 120 triliões em 2020.

Na mesma altura, o valor dos Estados Unidos cresceram para quase US $ 90 triliões, a 30 triliões do primeiro lugar.

A corrida da China ao topo da classificação contribuiu para quase um terço do aumento total da riqueza global, que passou de US $ 156 triliões para US $ 514 triliões no mesmo período.

EUA vs China

Muitas das decisões políticas a que assistimos nos últimos por parte de ambas as nações, foram tomadas com o objectivo de superar o adversário e pressionar a economia adversária.

Pelo caminho vimos alguns mártires do lado chinês, como Huawei e ZTE que estão a pagar por serem símbolos da prosperidade da economia chinesa.

China é agora o país mais rico do planeta 1

Joe Biden reforça política de Trump

Após anos de hostilidade quase aberta, os líderes das duas grandes potências mundiais sentaram-se para conversar, por videoconferência. Esta discussão de três horas entre o Presidente chinês Xi Jinping e o seu homólogo americano Joe Biden, na segunda-feira à noite, foi talvez o momento mais quente entre os dois. Xi avisou Biden para não “brincar com o fogo”, descreveu o jornal estatal chinês, Global Times, e disse que enquanto os problemas mais espinhosos, como a independência de Taiwan – Xi avisou Biden para não “brincar com o fogo”, descreveu o jornal estatal chinês, Global Times – ou os abusos da China no Tibete e contra os Uighurs.

No entanto, enquanto os Estados Unidos e a União Soviética exibiam um forte contraste nos sistemas económicos durante o século XX, desta vez, as duas principais nações não operam em paradigmas económicos separados. As duas grandes potências competem agora num único mercado global, com as suas economias intimamente interligadas.

Apesar do facto de o Presidente dos EUA Donald Trump ter seguido uma política de distanciamento económico em relação à China, houve um reforço considerável deste afastamento da economia chinesa sob o mandato de Joe Biden.

De facto, se a certa altura as opiniões de Trump sobre a China, que incluíam a proposta de manter uma política protecionista e trazer de volta empregos industriais que tinham sido deslocalizados para a China, foram consideradas com desdém como uma manobra populista superficial para atrair eleitores, tornaram-se agora uma parte do léxico de Washington. O fosso entre republicanos e democratas está mais fundo do que nunca, mas se há coisa que os une é a necesidade de se opor à ascensão da China.

Quando Xi Jinping se encontrou com Joe Biden em Pequim, o presidente dos EUA comprometeu-se a “proteger os trabalhadores e a indústria americanos de práticas comerciais e económicas desleais por parte da República Popular da China.

Fonte

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