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O Android Q trará criptografia obrigatória para dispositivos de baixo custo com a ajuda da Adiantum

A melhor defesa é um bom ataque. Com as últimas melhorias de segurança no Android Q, mais pessoas do que nunca poderão considerar-se seguras. A próxima versão do Android contará com melhorias na criptografia em duas frentes:

A  guerra do Google com hackers nunca terminará e nós estamos no meio. Dado que o Android é um alvo tão grande com milhares de milhões de dispositivos ativos no mundo, a empresa tem que continuar na ofensiva.

A melhor defesa é um bom ataque

Com as últimas melhorias de segurança no Android Q, mais pessoas do que nunca poderão considerar-se seguras.

O Android Q trará criptografia obrigatória para dispositivos de baixo custo com a ajuda da Adiantum 1

A próxima versão do Android contará com melhorias na criptografia em duas frentes: armazenamento e ligações de internet.

No armazenamento, o Android Q exigirá que todos os dispositivos - telefones, Android Auto, Android TV etc. - criptografem os dados do utilizador.

Durante muito tempo, os telefones de gama baixa ignoraram a criptografia de disco, pois os seus processadores não conseguiam acompanhar os ciclos de decriptografia, mantendo um desempenho aceitável ao utilizador final. Agora, os OEMs podem optar por usar o mais novo método de criptografia de baixo impacto do Google, Adiantum, que é executado cerca de 5 vezes mais rápido num CPU Cortex-A7 do que um método padrão compatível com AES.

Isto será uma evolução significativa para a segurança dos utilizadores de equipamentos de baixo custo sem grande impacto nos recursos dos equipamentos.

O Android Q também adoptará a TLS 1.3 para criptografia em dados enviados para a Internet. O quadro geral é que o processo irá criptografar a emissão de dados. Esta nova tecnologia também deverá tornar o processo mais rápido.

O Android Q também vai reforçar os seus sistemas de segurança em áreas onde a maioria das suas vulnerabilidades se encontravam: A maioria das falhas de maior gravidade encontradas no ano passado estavam baseadas no kernel e no Bluetooth. O Google implementou uma variedade de estratégias nessas áreas - as quais podem ler mais sobre Aqui - projectadas para limitar a exposição desses setores e impedir que um invasor cause danos catastróficos com o menor número possível de vulnerabilidades.

Quando se trata de biometria, o Android Q irá agora classificar métodos para determinados usos. A autenticação explícita exigirá que aceite uma solicitação para ativar um scanner facial ou de íris ou toque num sensor de impressão digital físico - isso é para evitar que intervenientes desonestos desbloqueiem os telefones dos utilizadores enquanto eles não estão atentos e fornecerá segurança extra para transações de valor, como pagamentos móveis. A autenticação implícita não exigirá uma solicitação extra para aceder a funções como preenchimento automático e login. Os programadores de aplicações também têm um novo sinalizador na API BiometricPrompt que permitirá que uma aplicação com opções de login biométrico verifique se o dispositivo possui hardware biométrico.

O Google também divulgou mais meios de autenticação, onde se incluem IDs eletronicas (ou seja, uma carta de condução).

Fiquem atentos.

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