A linha Nexus foi criada pela Google e é fabricada por empresas escolhidas pelo gigante de Mountain View. A série de aparelhos é conhecida por trazer o Android na sua forma original, evitando as modificações de aparência e a adição de aplicações de terceiros. Como o consumo de memória é reduzido, a velocidade é aprimorada.

Porém, os smartphones com o robozinho puro não fazem tanto sucesso em relação à quantidade de vendas. Com o lançamento do Nexus 6, a situação negativa em termos de comercialização parece estar a desaparecer. O phablet entrou em pré-venda nos EUA e o resultado parcial é animador.

Ontem, a Google iniciou os pedidos do dispositivo construído em conjunto com a Motorola no site oficial da Play Store e, em menos de um dia, o stock foi esgotado. Considerando que o telefone não é tão acessível quanto os seus antecessores, custando US$649 no modelo de 64 GB e US$399 no de 32GB, o desfecho está a ser positivo até o momento para as empresas envolvidas.

Infelizmente, somente os residentes dos Estados Unidos da América são capazes de adquirir um exemplar do Nexus 6. O lançamento internacional do produto pode atrasar consideravelmente e uma das supostas causas é o acréscimo significativo no valor final aos consumidores. Para os sortudos que já aproveitaram a hipotese e compraram uma unidade do aparelho, o começo das entregas está com a data marcada para o dia 21 de Novembro.

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De acordo com as especulações feitas no continente, o Nexus 6, que estava previsto para chegar à Europa no dia três de Novembro, agora só estará disponível no dia 18 de Novembro, sendo que as datas correspondem à pré-venda do novo phablet produzido pela Google.

Desta forma, podemos prever que a disponibilização oficial do dispositivo no mercado europeu deva acontecer no fim de Novembro e início de Dezembro, algo que deve desapontar os consumidores que estão à espera pela chegada do aparelho.

Vale a pena lembrar que a informação surgiu nos países baixos, como a Holanda, por exemplo. Apesar disso, é bem provável que o atraso seja confirmado em todo o continente. No Reino Unido, o atraso também foi confirmado, ou seja, a demora deve-se estender por toda a Europa.