A Sony voltou a apostar num segmento que por momentos esteve desligado dos grandes fabricantes, uma Walkman. Obviamente que longe vão os tempos em que o Sony Walkman de cassetes era um sucesso. Depois apareceram os leitores de CD’s, os leitores de MP3 e a ultima tendência é utilizar os smartphones para o fim a que se destina. Agora a música já nem está armazenada nos equipamentos pois existem diversos serviços como o Google Play Music, Spotify que deixam as musicas à distancia de apenas alguns cliques.

O que a Sony pretende com o Walkman NW-WM1Z não é chegar a qualquer consumidor: é chegar apenas aos que tratam a música como um elemento de alta qualidade que não deve ser ouvida de outra forma.

O dispositivo é construído numa única liga de cobre, livre de qualquer ‘bolha’ de oxigénio e banhado a ouro numa tentativa de minimizar a perda de qualidade sonora do equipamento. Ou seja, há mesmo um propósito nesta construção, não é apenas um detalhe para ‘exposição’. A parte traseira é revestida a pele.

Os circuitos de energia e de áudio também estão bem separados entre si para que não haja qualquer possibilidade de interferência na qualidade da música. O cabo que liga o amplificador à saída de som também foi construído de forma a garantir a melhor qualidade possível, tendo a Sony recorrido à empresa Kimber Kable, explica o Pocket-Lint.

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Todos os formatos de áudio de alta resolução são suportados pelo NW-WM1Z, incluindo o LDAC que está preparado para transmitir som de alta qualidade através de tecnologia sem fios – para o caso de o utilizador optar por uns auscultadores sem fios.

Além de todas as extravagâncias para os audiófilos, o novo Walkman tem uma autonomia de 30 horas e um armazenamento de 256GB.

Em alternativa os consumidores podem optar por um mais acessível Walkman NW-WM1A que apresenta as mesmas características técnicas e design, à exceção da liga metálica de construção – é ‘apenas’ de alumínio. O preço é de 1.200 euros.